A tartaruga tigre d’água brasileira (Trachemys dorbignyi) é uma tartaruga aquática, onívora. Tem este nome devido às suas listras amareladas e alaranjadas. Seu habitat estende-se pelos pântanos, banhados, lagos, riachos e rios do estado do brasileiro do Rio Grande do Sul, onde habita principalmente a região da Lagoa dos Patos e o Banhado do Taim. O habitat abrange também parte do Uruguai indo até o nordeste da Argentina. A fêmea desova até 18 ovos por postura. Destes, eclodem, após 60 a 120 dias, os filhotes com cerca de 3 cm. Quando adultas podem alcançar entre 22 cm (macho) e 26 cm (fêmea). São comuns no Rio Grande do Sul e com freqüência são ilegalmente comercializadas como animal de estimação. Vivem aproximadamente Cem anos.
Ao adquirir seu exemplar , devidamente registrado pelo IBAMA, providencie um aquário ou Aquaterrário de modo que seu mascote possa ter livre acesso tanto a água quanto a uma parte seca, composto por uma rampa ou uma pedra grande.
De acordo com o crescimento do filhote, o seu ambiente deverá ser trocado para que comporte o seu tamanho.
A água deverá estar sempre limpa, realizando trocas de água de acordo com a necessidade. Filtros e bombas submersas podem ajudar na qualidade da água. Esta deve ser aquecida, principalmente no inverno, a uma temperatura de 23ºC a 26ºC para mantê-la sempre ativa e com apetite alimentar.
Quanto à alimentação, item muito importante na conservação do Tigre D’água é composto de um alimento industrializado encontrado em lojas especializadas, específico para tartarugas aquáticas. Podendo adicionalmente ser oferecida 1 ou 2 vezes por semana pedaços crus de carne de frango ou boi, que elas gostam tanto. Artemias, tenébrios e besouros de amendoim também podem ser uma boa opção.
Porem atenção, o principal alimento é o industrializado na forma de bastão, oferecido 1 vez ao dia.
A dieta correta evita muitos problemas alimentares como deficiência de minerais (cálcio e fosfato) e de vitaminas como a hipovitaminose A, que é a enfermidade mais comum em quelônios. Banhos de Sol, são necessários para a absorção de vitamina D, evitando o raquitismo, quinze minutos diários já são o suficiente. Não se esqueça de mesmo no banho de sol, oferecer água e a opção de uma sombra.
Ao perceber sua tartaruga apática, não querendo entrar na água e/ou com os olhos inchados, procure um médico veterinário para iniciar um tratamento antes que os sintomas se agravem podendo levar o animal à morte.
Em alguns lugares, como o Lago Paranoá, em Brasília, são cada vez mais comuns, bem como a espécie contrabandeada dos EUA, Trachemys scripta elegans. Oriundas de descarte por famílias que as tinham como animal de estimação, tomam alguns lagos dos parques do DF e dali passam para coleções de água maiores.
A espécie americana se distingue, entre outras coisas, por ter uma mancha vermelha atrás dos olhos.
A comercialização clandestina da espécie Trachemys scripta elegans (tigre-de-água-americano), oriunda dos Estados Unidos, como animal de estimação no Brasil, trouxe uma série de problemas para as espécies nacionais, principalmente para o Tigre-de-água-brasileiro, por serem muito parecidas entre si. Além disso, o tigre-de-água-americano pode competir com as espécies nativas e invadir os seus ambientes naturais, provocando desequilíbrios ecológicos, como a hibridização de espécies do mesmo gênero e até impacto sobre populações de anfíbios (os girinos são um de seus alimentos). Perdido o interesse pelos animais, os proprietários muitas vezes os libertam em lagos, rios, represas ou parques, o que vem a provocar desequilíbrio ecológico.
ATENÇÃO: Considera-se crime se a origem do animal não puder ser comprovada, sobretudo se for um animal adquirido de traficantes ou contrabandistas, em estradas, depósitos, feiras livres, por meio de encomendas ou similares. O IBAMA não legaliza ou regulariza a posse de animais sem origem conhecida ou que tenham sido adquiridos em desacordo com o que foi estabelecido pela Lei nº 5197/67, Lei 9605/98 e Decreto 3179/99. Quem tem um animal silvestre em cativeiro deve primeiramente cuidar bem desse animal, fornecendo a ele alimento e acomodação adequados e, sobretudo, não adquirir outro sem a devida permissão, autorização ou licença do IBAMA. O infrator tem a opção de procurar voluntariamente o Ibama para entregar o animal sem sofrer penalidades. Porém, caso opte por manter o animal sem origem legal, se houver denúncias contra ele, estará sempre sujeito à aplicação da lei de crimes ambientais. (Fonte: IBAMA) Ou seja, adquira animais silvestres(provenientes da fauna brasileira) somente de criadouros registrados.
Ao adquirir seu exemplar , devidamente registrado pelo IBAMA, providencie um aquário ou Aquaterrário de modo que seu mascote possa ter livre acesso tanto a água quanto a uma parte seca, composto por uma rampa ou uma pedra grande.
De acordo com o crescimento do filhote, o seu ambiente deverá ser trocado para que comporte o seu tamanho.
A água deverá estar sempre limpa, realizando trocas de água de acordo com a necessidade. Filtros e bombas submersas podem ajudar na qualidade da água. Esta deve ser aquecida, principalmente no inverno, a uma temperatura de 23ºC a 26ºC para mantê-la sempre ativa e com apetite alimentar.
Quanto à alimentação, item muito importante na conservação do Tigre D’água é composto de um alimento industrializado encontrado em lojas especializadas, específico para tartarugas aquáticas. Podendo adicionalmente ser oferecida 1 ou 2 vezes por semana pedaços crus de carne de frango ou boi, que elas gostam tanto. Artemias, tenébrios e besouros de amendoim também podem ser uma boa opção.
Porem atenção, o principal alimento é o industrializado na forma de bastão, oferecido 1 vez ao dia.
A dieta correta evita muitos problemas alimentares como deficiência de minerais (cálcio e fosfato) e de vitaminas como a hipovitaminose A, que é a enfermidade mais comum em quelônios. Banhos de Sol, são necessários para a absorção de vitamina D, evitando o raquitismo, quinze minutos diários já são o suficiente. Não se esqueça de mesmo no banho de sol, oferecer água e a opção de uma sombra.
Ao perceber sua tartaruga apática, não querendo entrar na água e/ou com os olhos inchados, procure um médico veterinário para iniciar um tratamento antes que os sintomas se agravem podendo levar o animal à morte.
Em alguns lugares, como o Lago Paranoá, em Brasília, são cada vez mais comuns, bem como a espécie contrabandeada dos EUA, Trachemys scripta elegans. Oriundas de descarte por famílias que as tinham como animal de estimação, tomam alguns lagos dos parques do DF e dali passam para coleções de água maiores.
A espécie americana se distingue, entre outras coisas, por ter uma mancha vermelha atrás dos olhos.
A comercialização clandestina da espécie Trachemys scripta elegans (tigre-de-água-americano), oriunda dos Estados Unidos, como animal de estimação no Brasil, trouxe uma série de problemas para as espécies nacionais, principalmente para o Tigre-de-água-brasileiro, por serem muito parecidas entre si. Além disso, o tigre-de-água-americano pode competir com as espécies nativas e invadir os seus ambientes naturais, provocando desequilíbrios ecológicos, como a hibridização de espécies do mesmo gênero e até impacto sobre populações de anfíbios (os girinos são um de seus alimentos). Perdido o interesse pelos animais, os proprietários muitas vezes os libertam em lagos, rios, represas ou parques, o que vem a provocar desequilíbrio ecológico.
ATENÇÃO: Considera-se crime se a origem do animal não puder ser comprovada, sobretudo se for um animal adquirido de traficantes ou contrabandistas, em estradas, depósitos, feiras livres, por meio de encomendas ou similares. O IBAMA não legaliza ou regulariza a posse de animais sem origem conhecida ou que tenham sido adquiridos em desacordo com o que foi estabelecido pela Lei nº 5197/67, Lei 9605/98 e Decreto 3179/99. Quem tem um animal silvestre em cativeiro deve primeiramente cuidar bem desse animal, fornecendo a ele alimento e acomodação adequados e, sobretudo, não adquirir outro sem a devida permissão, autorização ou licença do IBAMA. O infrator tem a opção de procurar voluntariamente o Ibama para entregar o animal sem sofrer penalidades. Porém, caso opte por manter o animal sem origem legal, se houver denúncias contra ele, estará sempre sujeito à aplicação da lei de crimes ambientais. (Fonte: IBAMA) Ou seja, adquira animais silvestres(provenientes da fauna brasileira) somente de criadouros registrados.
Tenha em mente que este animal pode viver 100 anos, então você tem de estar consciente que ele vai passar metade disso com você, proporcione uma boa estrutura para ele e ame seu bichinho...um abraço...
Sua tartaruguinha está com o CASCO MOLE e FALTA DE APETITE? Ela pode estar doente! CLIQUE AQUI e saiba mais!
Abcessos em Tartarugas CLIQUE AQUI.
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