segunda-feira, 31 de maio de 2010

sábado, 29 de maio de 2010

Raio-x em Carpa

sexta-feira, 28 de maio de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mercado de Peixes Ornamentais amplia horário de funcionamento


Os clientes e visitantes que passarem pelo Mercado de Peixes Ornamentais de Santo André agora terão novo horário para fazer compras. O espaço que funcionava às quartas-feiras das 16h às 20h passa a funcionar das 14h às 19h. A medida visa ampliar o horário para melhor satisfazer o público frequentador do comércio.
Implantado em dezembro de 2009 pela Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André), o ambiente, que já recebeu mais de três mil pessoas entre clientes e curiosos pelo segmento, é o terceiro do Estado de São Paulo, funcionando também em Guarulhos e Mogi das Cruzes. O mercado funciona no mesmo galpão do Mercado de Flores (dentro da autarquia).
O espaço de 900 m² dispõe de inúmeras espécies de peixes, de água doce e salgada, além de acessórios, roedores e pássaros. Olho de fogo, engraçadinho, paulistinha, japonês, cascudo, espada, carazinho e peixe de briga são algumas das espécies encontradas na feira. Todos os peixes são provenientes da Grande São Paulo, interior paulista e Minas Gerais.
Os animais aquáticos são comercializados por 26 piscicultores. Os bichos servem para estimação, possuindo alta diversidade de aparência e estrutura física. É importante ressaltar que o foco da comercialização é o atacado.
De acordo com os piscicultores, os peixes são conservados em saquinhos plásticos, com água e oxigênio, para facilitar a venda. Os clientes que passarem pelo mercado encontrarão peixes que variam de R$ 0,25 a R$ 300.
O Mercado de Peixes Ornamentais funcionará por um período experimental de até 12 meses, que poderá ser prorrogado. Os piscicultores têm autonomia de continuar ou não no local durante este prazo.

Fonte: Reporter Diário

Histiophryne psychedelica - Peixe Psicodélico

Essa foi considerada uma das maiores descobertas no ano de 2009!!!!



segunda-feira, 24 de maio de 2010

Peixe elétrico com dois metros é capturado no Amazonas


MANAUS – Um pescador do município de São Gabriel da Cachoeira, a 858 quilômetros da capital, capturou um poraquê com aproximadamente dois metros de comprimento. O peixe elétrico foi encontrado em um igarapé, na comunidade Aparecida, na margem esquerda do alto rio Negro.
Moradores afirmam que existem outros peixes elétricos ainda maiores na região. Um poraquê de 90 cm pode produzir uma descarga de, aproximadamente, 350 volts. Quando está em perigo, a voltagem pode subir para 600 volts.

Fonte: Portal Amazônia

sábado, 22 de maio de 2010

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Micro hotel deixa seu cliente dormir com os peixes na Suécia

por Spin Travel

Não, o hotel não mata ninguém e joga no mar não! No Utter Inn a pessoa realmente dorme sossegada com os peixinhos.
Quem gosta de uma boa pescaria e de sossego pode gostar do micro hotel Utter Inn. Localizado no lago Mälaren, na Suécia, ele é um hotel de um quarto só – e um bem pequenininho.
Ele vem a ser uma casinha flutuante em um deck. Ali dentro estão uma mini cozinha, uma saleta e uma escada. Escada? Sim, é só descer a escadinha para encontrar o quarto, que fica submerso a 3 metros de profundidade.
Esse quarto possui duas camas de solteiro e janelas que permitem uma visão privilegiada de dentro do lago. Daí sim, dá para dormir confortavelmente com os peixes, entendeu?
E ah! Quem não gosta de cozinhar pode pedir comida e os responsáveis pelo
“hotel” levarão a marmita de barco. Quem desejar passear vai precisar pegar o bote que está amarrado no deck e remar até a borda.

Sem luxo, sem mimos – mas bem diferente e interessante! Se você tiver interesse em fazer uma reserva ligue para +46 (0)21-39 01 00 (o Utter Inn não tem site).

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Aquário do Pantanal terá 263 espécies de peixe em 20 tanques


O projeto do Aquário do Pantanal contará com 263 espécies de peixe, entre elas as pantaneiras de escama e de couro, com 7 mil exemplares, e da biodiversidade do Brasil. Os peixes serão colocados em 20 tanques distribuídos pelo local.
O governador do Estado, André Puccinelli, apresentou nesta terça-feira (4), juntamente com o arquiteto Ruy Ohtake e o oceanógrafo Hugo Gallo, a proposta de construção do Aquário do Pantanal. “O aquário é uma representação ao público da história, memória e ictiofauna do nosso Pantanal. É o portal de Mato Grosso do Sul para o mundo em Campo Grande”, declarou André.
A obra custará cerca de R$ 80 milhões e está previsto para entrar em operação no fim de 2011. A verba será retirado do programa MS Forte, lançado em 2009.
A estrutura terá 90 metros de comprimento e 18 de altura. O prédio possuirá um saguão, equipado com banheiros, setor de informações, auditório para 250 pessoas, restaurante, lanchonete, biblioteca e bancada de interação.
Escadas rolantes comuns e elevadores próprios para portadores de necessidades especiais levam o visitante aos 20 tanques. São 16 no interior do aquário e quatro externos, além de um ambiente especial para as sucuris. Nos ambientes externos, ficarão plantas nativas do Pantanal, jacarés, ariranhas e lontras, entre outros animais.
Considerado o maior do Brasil, o Aquário do Pantanal utilizará 4,2 milhões litros de água. O complexo será construído no Parque das Nações Indígenas, com entrada pela avenida Afonso Pena, terá uma área de 17 mil m², abrangendo aquários, laboratório, biblioteca e um espelho de água na parte externa, onde ficarão jacarés e plantas típicas da flora pantaneira.

Fonte: PortalMS

terça-feira, 18 de maio de 2010

Peixes comerciais podem ser extintos em 40 anos


Amália Safatle
De São Paulo


Se US$ 8 bilhões fossem aplicados anualmente na reconstrução dos estoques pesqueiros marinhos e na adoção de técnicas mais ecológicas de produção, essa indústria poderia elevar em 112 milhões de toneladas o volume de pesca e fazer com que os benefícios para os produtores, os consumidores e a economia como um todo totalizassem US$ 1,7 trilhão durante os próximos 40 anos. É a verdadeira multiplicação dos peixes.
Trata-se de um exemplo simples e didático de que produção com racionalidade ecológica é mais consistente do ponto de vista econômico. Talvez por isso tenha sido divulgado como chamariz do relatório Green Economy, produzido pelo programa ambiental das Nações Unidas (Unep) e por economistas, cujos resultados prévios foram divulgados ontem, 17 de maio, em Nova York.
Esses dados prévios, que abarcam também os setores de água e de transporte, são uma contribuição do Unep para a reunião preparatória chamada Rio+20, a ser realizada no Brasil em 2012, passados vinte anos da ECO 92. O relatório integral aborda 11 setores, "de agricultura e lixo a cidades e turismo", a ser publicado até o final deste ano.
Por ora, o estudo traz conclusões interessantes. Parte do investimento proposto para a recuperação dos estoques pesqueiros, por exemplo, pode ser feito por meio da redução de subsídios à pesca que superexplora determinadas espécies, e com suporte financeiro aos pescadores que dependem desse meio de vida.
Segundo o relatório, do volume de subsídios dedicados à atividade pesqueira, estimado em US$ 27 bilhões, apenas US$ 8 bilhões são classificados como "bons" do ponto de vista da sustentabilidade, enquanto o restante contribui para a super-exploração dos estoques.
Esses subsídios, aliados à gestão ineficiente e à falta de uma lei e de seu cumprimento, fizeram com que cerca de 30% dos estoques pesqueiros sejam classificados como colapsados, ou seja, já rendem menos de 10% do que poderiam.
Hoje, somente 25% dos estoques comerciais apresentam-se em situação ecologicamente saudável, e os pesquisadores estimam que, nesse ritmo, até 2050 todas as espécies comerciais terão colapsado.
Isso toma dimensões ainda mais preocupantes dado que os peixes são fonte primária de proteína para cerca de 1 bilhão de pessoas. Além disso 520 milhões, direta ou indiretamente, sobrevivem da atividade pesqueira.
A proposta do estudo é que o investimento não só melhore a gestão da atividade pesqueira, como inclua políticas tais como cotas negociáveis de exploração e o estabelecimento de Áreas Marinhas Protegidas, de modo a permitir que os estoques hoje exauridos se recuperem e voltem a crescer.

Enquanto isso, no Brasil...

Um representante do Ibama afirmou à Folha de S. Paulo que "quatro ou cinco espécies de peixes têm potencial de se extinguir, mas assumimos esse risco".
Segundo o jornal, a frase veio de um biólogo do Ibama, Antonio Hernandes, quase às vésperas do Dia Internacional da Biodiversidade (comemorado no próximo dia 22), em resposta à crítica de ictiólogos (biólogos especialistas em peixes) ao estudo de impacto ambiental produzido para a usina de Belo Monte.
Hernandes afirmou que, pior que a extinção, seria a construção de 25 termelétricas movidas a combustível fóssil.
À parte o fato de que há uma série de alternativas menos impactantes do que Belo Monte para se evitar as termelétricas, será que os estudos de valoração econômica da biodiversidade já estão tão adiantados assim? Pelo raciocínio, uma espécie de peixe equivale a cinco usinas termelétricas, é isso? Essa conta é inédita.


sábado, 15 de maio de 2010

Espécie de peixe sem olhos é achada em MG


Um estranho peixe foi reencontrado em águas brasileiras por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade de São Paulo (USP). O curioso animal, com o corpo quase transparente e sem olhos, já havia sido capturado em 1962, num poço em Jaína, no norte de Minas Gerais. Desta vez, o peixe que foi considerado extinto reapareceu em outro poço mineiro.
A fim de saber mais sobre esse animal albino, o pesquisador Cristiano Moreira, da Unifesp, e sua equipe resolveram conversar com moradores que vivem perto do local onde o peixe foi visto pela primeira vez. E descobriram que ele já havia sido observado nadando muitas vezes em poços comuns que têm contato com o aquífero da região.
“Este foi um dos problemas que tivemos para encontrar o peixe, pois a maioria dos poços abertos que poderíamos acessar para coletar ou colocar armadilhas estavam secos”, disse.
Para fisgar os peixes, eles colocaram armadilhas em áreas mais abertas e conseguriam capturar 34 peixes da espécie, classificada como Stygichthys typhlops .
A descoberta vai permitir aos pesquisadores uma melhor compreensão desse estranho animal, que ainda é desconhecido e está em extinção.
“Morfologicamente, o Stygichthys é muito diferente de qualquer outra do grupo”, disse Moreira, que considera esses peixes como uma “relíquia“.
Fonte: GazetaWeb

quinta-feira, 13 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

PF prende 3 mil peixes ornamentais para venda ilegal


LIEGE ALBUQUERQUE - Agência Estado

A Polícia Federal apreendeu na noite de sábado 3 mil filhotes do peixe Aruanã, em Novo Airão, a 115 quilômetros de Manaus. Os alevinos desta espécie, também conhecidos como dragon fish, alcançam alto valor comercial: segundo fonte da PF, os 3 mil poderiam valer até US$ 20 mil no mercado paralelo.
Há dois anos a PF estava investigando um esquema de contrabando de peixes ornamentais partindo do Amazonas. A apreensão foi feita por policiais da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da PF.
Os alevinos estavam prontos para serem transportados em 60 embalagens plásticas em um depósito bem conservado, indicando expertise no manuseio para transporte. Os peixes foram entregues ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) de Novo Airão para que sejam devolvidos ao seu habitat natural.

Fonte: Estadao

sábado, 1 de maio de 2010

Parlamentar fará soltura de peixes no rio Sepotuba em Tangará da Serra-MT

JORNAL O DOCUMENTO - O deputado Sérgio Ricardo (PR) promoverá neste sábado (01/05) em Tangará da Serra (240 Km de Cuiabá) a soltura de peixes no rio Sepotuba por meio do projeto Natureza Viva – Repovoando os Rios de Mato Grosso. A ação vai acontecer às 9h na Praia da Estância Amazonas a 12 Km do centro da cidade.
Sérgio Ricardo já soltou mais de 20 milhões de filhotes de peixes nos principais rios de Mato Grosso como o Cuiabá, Paraguai, Jauru, Mortes, entre outros. “Não existem mais peixes como antigamente e por isso a minha preocupação em desenvolver esta ação em todo o Estado”, disse o parlamentar. Os filhotes de peixes que são soltos medem aproximadamente 18 cm e tem peso médio de 25 gramas, tamanho considerado ideal por garantir um alto índice de sobrevivência.
O rio Sepotuba é um dos principais de Mato Grosso e sua bacia ocupa uma área de 984.450 hectares se estendendo desde o Planalto dos Parecis até o Pantanal matogrossense. É afluente do rio Paraguai.
Tangará da Serra tem aproximadamente 60 mil habitantes. O projeto Natureza Viva tem o objetivo de repovoar os rios de Mato Grosso e sensibilizar a sociedade para a importância da conservação dos recursos hídricos.