sábado, 31 de julho de 2010

Download - The Aquarium Plant Handbook


Segue o link para quem desejar baixar, "The Aquarium Plant Handbook", um livro de plantas com 188 páginas, muitas fotos e informações, porém, em inglês!!! CLIQUE NO LINK ABAIXO
_______________________________________
The Aquarium Plant Handbook
_______________________________________
Um abraço a todos...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mohegan Sun - 2º maior cassino do mundo

Esse aquário magnífico está em uma das lojas do Mohegan Sun, o segundo maior cassino do mundo, é realmente algo fora de nossa realidade.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Peixes gigantes do rio Mekong podem desaparecer, diz WWF


O projeto para construção de uma série de barragens no rio Mekong, o maior do sudeste asiático, poderá causar a extinção de um dos maiores peixes de água doce do mundo, advertiu o Fundo Mundial para a Natureza (WWF). De acordo com a organização, há pelo menos 50 espécies migratórias de peixes no Mekong. A construção poderá modificar de forma irreversível o ecossistema do rio. As informações são do jornal El Mundo.
Os peixes-gato, que podem medir até 3 metros de comprimento, poderão desaparecer se essas estruturas separarem os locais de desova, compreendidos em diversos trechos do rio que atravessa a China, o Laos, a Tailândia e o Camboja. O animal, considerado o terceiro maior do mundo, parte do Camboja para fazer a desova no norte da Tailândia ou em Laos. A WWF teme que as barragens impeçam este movimento.
Segundo a WWF, um quarto dos peixes gigantes do planeta vive no Mekong, um rio de 4,8 mil km de comprimento, que abriga, também, a raia pastenaga cujo peso pode atingir os 600 kg. A construção de uma barragem na província de Sayabouly, no norte do Laos, uma das onze previstas no curso inferior do Mekong, é "uma ameaça à sobrevivência" do peixe-gato, cujo número diminuiu 90% em 20 anos, afirmou a organização.
______________________
Fonte: Site Terra

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Piranha Family Aquarium in Cali

domingo, 25 de julho de 2010

Aquário gigante em BH exige intensa manutenção


Nesta viagem pelo mundo das águas e dos peixes, não é preciso apertar cintos, pensar em turbulências ou arrumar bagagens. Nada disso. Basta ficar de olhos bem abertos diante do vidro gigantesco que separa universos paralelos, para encontrar encantamento e diversão que surgem de todos os lados: pode ser o desfile elegante do dourado, o chamado “rei do rio”, com a sua tonalidade ímpar; o descanso do surubim, poderoso nos seus 30kg; ou o trabalho de “faxineiro” do cascudo, sempre pronto a sugar algas que possam sujar o ambiente. O passeio por esse belo e educativo cenário está à disposição no Aquário da Bacia do Rio São Francisco, uma das atrações o ano todo, em especial nas férias, da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte, na Pampulha.
De manhã à tarde, o movimento é intenso no zoo, com famílias inteiras interessadas em conhecer os legítimos representantes da fauna do Velho Chico, o chamado rio da unidade nacional, que nasce na Serra da Canastra, no Centro-Oeste mineiro. Curtindo os dias livres, o casal Sérgio Bambirra e Simone Pellegrini, moradores de Viçosa, na Zona da Mata, com as gêmeas, Júnia e Clara, de 11 anos, e a amiga Beatriz Oliveira Ludgero, de 12, começou a visita pelo maior dos 22 aquários existentes, o que armazena 500 mil litros de água. As meninas adoraram, posaram para fotos – sempre sem flashes, para não prejudicar os olhos dos peixes – e leram todas as informações sobre o piau-branco, piaba-do-rabo-amarelo, curimatã-pioa, matrinxã e acará. Mas, curiosas, queriam saber também como é a face oculta desse ambiente que fascina logo de cara. Inaugurado em março, o espaço tem 2 mil metros quadrados de área construída e muito para se ver. Em frente e verso.
Para entender a dinâmica do aquário, que abriga 50 espécies nativas da Bacia do São Francisco, num total de 1,3 mil peixes – estão lá também as exóticas, introduzidas de forma ilegal no rio, como tucunaré, tilápia, pacu-caranha e carpa – a viagem ao “outro lado do espelho d’água” tem como guia o biólogo da Fundação Zoobotânica de BH Thiago da Motta e Albuquerque de Carvalho. Tudo começa com o mergulho de um dos cinco tratadores, que, antes de as portas da instituição se abrirem, veste traje apropriado, com cilindro de ar-comprimido às costas, para limpar, por dentro, os vidros do tanque, fazer a sifonagem ou remoção dos detritos e dar um trato na areia depositada no fundo. “A areia é importante como filtro biológico para o crescimento de bactérias benéficas à qualidade da água”, explica o biólogo.

Tudo azul

Depois dessa cena inusitada, que mais lembra um filme ambientado no fundo do mar, devido ao tom azulado da iluminação especial, o biólogo mostra como é feita a filtragem de 1 milhão de litros que abastecem os tanques e são bombeados de um poço artesiano dentro da fundação. “A circulação da água funciona 24 horas por dia, sendo feita, toda semana, a troca de 10% a 20% do total existente no tanque, para limpeza dos filtros e manutenção da qualidade de água”, diz Thiago, mostrando o complexo sistema de canos, bombas, filtros e registros que ficam atrás dos tanques, numa área restrita aos funcionários. Lá está a garantia do perfeito funcionamento do sistema. Os filtros são peça fundamental em todo processo, com várias modalidades. Tem os de areia, de zeolita, um mineral, para uso em emergências, de ozônio, de carvão ativado e ultravioleta.
Por trás do lento desfile dos peixes, há o trabalho pesado e diário da equipe que cuida dos aquários e trata de avaliar uma série de parâmetros, como temperatura, nível de acidez (pH) e de oxigênio dissolvido. Duas vezes por semana, é avaliada a qualidade da água, com indicadores como alcalinidade, dureza, concentração de amônia, nitrito e nitrato. Thiago conta que, no inverno, a temperatura deve ficar em 23 graus, nunca abaixo disso, para não causar doenças aos peixes, enquanto, no verão, a variação fica entre 26 e 27 graus. Embora o ambiente seja fechado, as alterações nos termômetros são importantes para os animais perceberem as mudanças climáticas e se sentirem mais de acordo com o seu hábitat, que inclui ainda pedras moldadas em fibra de vidro, galhos de árvores e plantas aquáticas naturais.
Outro setor fundamental é o laboratório de ictiologia, onde peixes recém-chegados ficam em observação no período de quarentena, de 30 a 40 dias, fazendo uma série de exames para evitar a contaminação do plantel. A alimentação também passa por critérios rigorosos e ninguém pense que os exemplares vivem só da ração balanceada servida diariamente. Na dieta, entram também carne, devido à proteína, frutas, legumes e peixes mortos.


Mundo líquido

De volta ao outro lado desse mundo líquido, dá gosto ver o rosto das crianças enquanto apontam os peixes ou simplesmente hipnotizadas pela tranquilidade dos “nadadores”. Acompanhada da mãe, Renata Cristina Farias Sales, e do primo Marcelo Júnior de Farias Moura, a pequena Sabrina, de 8 anos, gostou de tudo o que viu. “Nossa! É muito legal!”, afirmou, com um sorriso entusiasmado. Na tarde ensolarada, o auxiliar administrativo Giovanni de Almeida curtiu o passeio com a filha Ana Clara, de 9, animada com as belezas desse mundo em estado líquido. Um universo que fascina também adultos, como do professor de veterinária da Universidade Federal de Lavras (Ufla) Sérgio Bambirra, para quem “o aquário daqui melhor é do que o de São Paulo”. Para o biólogo Thiago Carvalho, da Fundação Zoobotânica, o aquário é um lugar de diversão, mas também espaço fundamental para educação ambiental e conhecimento.

________________________
Fonte: Site UAI

sábado, 24 de julho de 2010

Fantastic...

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Piranha amazônica achada na Croácia, garante pescador



Um pescador croata afirmou que o rio Drava, próximo à vila do leste da Petrijevci, no nordeste da Croácia, está infestado de piranhas, peixe que vive em rios de água doce na América do Sul, muito conhecido na Amazônia. Tihomir Everle contou à imprensa croata que ele mesmo fez questão de pescar a piranha para provar que está dizendo a verdade.
Everle sustenta que não era um “exemplar único”. O pescador disse ao jornal local Slobodna Dalmacija que viu muitos desses peixes no Drava. Especialistas locais não acreditam nessa hipótese. Josip Dimnjasevic, presidente da Associação de pescadores esportivos de Osijek, confirmou que o peixe de 26 centímetros se trata de uma piranha autêntica, mas descarta a existência de haver cardume.
Dimnjasevic tem outra hipótese: "É um peixe que vive nas águas da América do Sul, na Amazônia. O mais provável é que tenha sido o animal de estimação de alguém e que, quando cresceu, o proprietário o jogou no rio", disse Dimnjasevic ao Jutarnji list. O mesmo jornal, contudo, afirma que que outros pescadores disseram ter visto piranhas no Drava.
____________________
Fonte: D24am

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cores de Fundo e Iluminação

Veja a diferença que uma boa iluminação combinada com um plano de fundo planejado pode dar ao aquário, esse efeito pode ser decisivo para a criação de um belo layout...


quarta-feira, 21 de julho de 2010

Layout Indonésia

Tanque: 40cm x 80cm x 45cm
Plantas: Christmas moss, Anubias Nana, Flame moss, Vallisneria Nana, Microsorum Pteropus
Iluminação: 2x T5 21w + 1x T5 8w
Filtragem: Canister Tetratec EX 1200








Fonte: http://www.aquascapingworld.com/forum/aspiring-aquascapers/2636-first-time-aquascaper.html

terça-feira, 20 de julho de 2010

Bob...o peixe que recebe cafuné fora do aquário !!!

Esse é o Bob (Amphilophus Citrinellus), um peixinho com manias um pouco diferentes hehe, ele gosta de sair do aquário para receber cafuné, isso mesmo, CAFUNÉ!!!! Demaissss esse peixe!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

E quando a vida faz você se afastar de seus aquários?


Fonte Imagem: http://www.aquariumowner.com/images/oscar_fish.jpg

Pois é gente, o aquarismo é um hobby fascinante, mas, para a maioria dos apaixonados por esta atividade, é apenas um hobby, não "enche barriga", as vezes temos que abrir mão desta paixão por culpa da vida profissional, por termos de mudar de cidade para trabalhar ou por simplesmente não termos mais tempo para dar uma boa condição de vida para nossos animais tão queridos, então, o que fazer quando este momento chegar?
Essa situação se torna cada vez mais comum, vejo isso pelos emails que recebo, aonde aquaristas que começaram com aquários quando tinham 15, 16 anos de idade na época de escola, hoje estão terminando suas faculdades e saindo de casa ingressando no mercado de trabalho, tenho muitos relatos manifestando tristeza por "dar um tempo" no hobby, porque uma coisa é certa, o aquarista de verdade "dá um tempo", jamais deixa de ser um aquarista, é um vício!!
Temos que ter em mente que esta é uma transformação normal em nossas vidas e é importante ver tudo isso pelo lado positivo, agora você está se tornando independente, vai ter o seu dinheiro, o que significa maior investimento em aquários, não vai mais precisar ficar pedindo dinheiro emprestado para comprar ração, filtros e bombas, vai ter a sua própria casa, ou seja, sua mãe não vai mais ficar brigando com você pelo espaço que seus tanques ocupam na casa ou pelo tapete molhado por culpa das TPAS de 10 em 10 dias, além disso vai mudar de cidade, conhecer novas lojas, fazer novas amizades, portanto essa nova fase da vida não deixa de ser também uma nova fase no seu hobby.
Mas e aqueles que não vão mais poder ter um aquário em casa? Esse hobysta não vai deixar de ser um aquarista porque não tem um aquário em casa, ele vai continuar assinando revistas, participando de fóruns, comunidades, acessando blogs relacionados ao assunto e certamente vai comprar uma beteira e colocar ali dentro um belo betta azul, dando a melhor qualidade de vida pra ele possível!!
O importante é ter em mente que os peixes não tem culpa do nosso crescimento profissional, são seres vivos e merecem dignidade, não podem ser deixados com pessoas que não estudam o aquarismo, eles não saberão cuidar bem dos animais, se for necessário se afastar de seus tanques entregue os animais aos cuidados de alguém apto para tal feito, seja um lojista, um amigo ou uma empresa prestadora de serviços, mas se você necessitar desmontar seu aqua, doe seus peixes para uma loja ou outro aquarista, jamais os sacrifique-os, pois eles foram seus companheiros por anos, lhe trazendo alegrias e bons momentos de distração, não seria justo com eles, portanto, pense nisso!!!

sábado, 17 de julho de 2010

Boca de Fogo (Thorichthys meeki)

_________________________
Origem: América Central (Yucatan)
Tamanho: 10 -15cm
Reprodução: ovíparo, desova em pedras e cuida dos alevinos
pH: ácido (6,8 a 7,0) Temperatura: 22 a 26 ºC
Aquário: alta litragem, com plantas e esconderijos
Alimentação: onívoros
Comportamento: tímido e pacífico, porém territorialista com os da mesma espécie
_________________________
O Boca de Fogo (Thorichthys meeki), é um ciclídeo americano muito exótico, que vive na região de Yucatan, aprecia um pH ácido e o aquário necessita ser grande, com plantas, pedras e esconderijos. É um animal territorialista com peixes da mesma espécie, porém isso não é uma regra, aceita bem peixes de espécies diferentes mas com tamanho semelhante ao seu, é recomendado para aquaristas mais experientes, devido seu gênio forte e suas exigências de parâmetros bastante específicos.
Seu nome vem da sua coloração vermelho fogo na parte inferior da boca e peito, seu tamanho pode chegar a aproximadamente 15cm, tem por caracteristica bagunçar o aquário, são animais onívoros e apreciam alimentos vivos como tenébrios. Em regra, como todos os ciclídeos americanos sao animais de personalidade, que possuem bom porte, com alimentação de qualidade suas cores o deixam lindo para se ter em casa, é realmente um animal fascinante.
_______________

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Aquário Comunitário

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Polícia Federal apreende peixes ornamentais no Aeroporto Internacional de Tabatinga




MANAUS - A Policia Federal (PF) apreendeu terça(13), no Aeroporto Internacional de Tabatinga (a 1.106,66 quilômetros de Manaus) cinco mil peixes ornamentais da espécie bodó zebra.
Os peixes estavam escondidos em 99 sacos plásticos dentro de duas malas. Segundo a Polícia Federal, os peixes foram transportados de Altamira, no Pará, para Tabatinga, e seriam vendidos na cidade colombiana de Letícia ao preço de 25 reais cada um.

Esta e a terceira apreensão de alevinos na região. Uma pessoa foi presa. (AL)

Fonte: http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?idN=108530

portalamazonia@redeamazonica.com.br

domingo, 11 de julho de 2010

Origami Koi

Interessante...

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Aquascaping on TV

domingo, 4 de julho de 2010

Belo Monte ameaça peixes raros


A novela sobre os estragos que a construção da usina de Belo Monte, no Pará, pode causar está apenas começando. Um levantamento feito por um grupo de pesquisadores do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da ONG Conservação Internacional (CI-Brasil) aponta que nove espécies de peixes raros podem desaparecer do mapa, na Volta Grande do Xingu, onde a hidrelétrica deve ser erguida.
São eles o Aequidens michaeli, Anostomoides passionis, Astyanax dnophos, Ossubtus xinguense, Parancistrus nudiventris (foto), Pituna xinguensis, Plesiolebias Altamira, Simpsonichthys reticulatus, e Teleocichla centisquama.
Ao todo, foram identificadas 819 espécies de peixes raros de água doce no País. Com base na distribuição de cada uma delas, o levantamento mapeou 540 bacias hidrográficas-chaves para a conservação dos ecossistemas aquáticos brasileiros.
Em outras palavras, são lugares insubstituíveis, pois trazem espécies endêmicas (próprias daquelas águas). Somente na Bacia do rio Amazonas foram identificadas 124 microbacias e 184 espécies de peixes raros.
“Na região da Volta Grande do Xingu, temos quatro áreas críticas para conservação que possuem menos de 50% de sua vegetação remanescente”, explica Thaís Pacheco Kasecker, coordenadora de serviços ecossistêmicos do programa Amazônia da CI-Brasil.
Das nove espécies em perigo no local, diz, duas certamente se extinguiriam com a construção da usina porque vivem em lagoas temporárias que desapareceriam com a obra.
Para as demais, ainda é necessária uma avaliação de como seriam afetadas pela construção, já que, apesar de existirem em outras partes da Bacia do Xingu, alterações na altura da Volta Grande podem impedir seu ciclo de vida. O estudo foi publicado na revista PlosOne e se baseia nas descobertas publicadas pelos ictiólogos brasileiros nas últimas duas décadas.
________________