Olá, hoje fecham exatamente 25 dias de ciclagem dos aquas da estante, ontem acertei a temperatura do nano plantado, mantive em 27º C, inseri duas plantas, apenas como teste para ver como elas reagem ao solo, instalei um timer para ligar e desligar as luzes de forma automática, regulei para um fotoperíodo de 10 horas, os níveis de amônia estão zerados, conforme teste Alcon, hoje vou começar a povoar o aqua superior, serão 2 kinguios bem novinhos, eles são bem pequenos e como referi em posts anteriores, no fim do ano vão se mudar para o lago que tenho em Santa Maria. Em relação ao refil dos filtros, comprei 2 metros de lã acrílica em uma loja de tecidos e carvão ativado, pois ele será DIY.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Construção do Aquário do Pantanal terá investimento de R$ 90 milhões
O governo do Estado, por intermédio da Agencia Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) publicou hoje (27), no Diário Oficial do Estado, o aviso de licitação para construção do prédio do centro de pesquisa e de reabilitação da ictofauna pantaneira – Aquário Pantanal, em Campo Grande. O custo para a unidade será de aproximadamente R$ 90 milhões. O prazo para a execução é de 900 dias.
O prédio contará com 18,636 mil metros quadrados, com uma estrutura metálica em arco, coberto por chapas convocas de zinco. A estrutura terá 90 metros de comprimento e 18 metros de altura. De acordo com o projeto, do arquiteto Ruy Ohtake, o prédio terá um amplo saguão, equipado com banheiros, setor de informações, auditório para 250 pessoas, restaurante, lanchonete, biblioteca e bancada de interação O edifício é dotado de iluminação natural e conta com captação de energia solar. O complexo conta também com ar condicionado sensorizado e ventilação natural forçada, além de uma proteção termo-acústica provida pela cobertura.
A água da chuva será reutilizada nos aquários e nas instalações do prédio. O aquário deverá abrigar 263 espécies de peixes em 25 tanques, com 6 milhões de litros de água. Serão 19 tanques internos, 6 externos e um ambiente especial para sucuris. Nos tanques externos, ficarão plantas nativas da região, jacarés, ariranhas e lontras.
O complexo deverá entrar em operação no início de 2012. O projeto faz parte do programa MS Forte, que prevê o investimento de R$ 3,1 bilhões em obras no Estado. O prédio tem capacidade para receber aproximadamente, mil pessoas por hora e garante acessibilidade para deficientes e idosos através de rampas e elevadores.
O recebimento das propostas das construtoras interessadas em executar os serviços, acontece no dia 15 de outubro às 9h30min, na sala de reunião da Agesul, no Parque dos Poderes, Bloco 14, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
O prédio contará com 18,636 mil metros quadrados, com uma estrutura metálica em arco, coberto por chapas convocas de zinco. A estrutura terá 90 metros de comprimento e 18 metros de altura. De acordo com o projeto, do arquiteto Ruy Ohtake, o prédio terá um amplo saguão, equipado com banheiros, setor de informações, auditório para 250 pessoas, restaurante, lanchonete, biblioteca e bancada de interação O edifício é dotado de iluminação natural e conta com captação de energia solar. O complexo conta também com ar condicionado sensorizado e ventilação natural forçada, além de uma proteção termo-acústica provida pela cobertura.
A água da chuva será reutilizada nos aquários e nas instalações do prédio. O aquário deverá abrigar 263 espécies de peixes em 25 tanques, com 6 milhões de litros de água. Serão 19 tanques internos, 6 externos e um ambiente especial para sucuris. Nos tanques externos, ficarão plantas nativas da região, jacarés, ariranhas e lontras.
O complexo deverá entrar em operação no início de 2012. O projeto faz parte do programa MS Forte, que prevê o investimento de R$ 3,1 bilhões em obras no Estado. O prédio tem capacidade para receber aproximadamente, mil pessoas por hora e garante acessibilidade para deficientes e idosos através de rampas e elevadores.
O recebimento das propostas das construtoras interessadas em executar os serviços, acontece no dia 15 de outubro às 9h30min, na sala de reunião da Agesul, no Parque dos Poderes, Bloco 14, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.
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Fonte: Agora MS
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Aquário de São Paulo recebe peixe ameaçado de extinção

SÃO PAULO - O Aquário de São Paulo, no Ipiranga, Zona Sul de São Paulo, ganhou um novo morador: um peixe mero, que está ameaçado de extinção. O peixe chegou na madrugada do dia 05/08, uma quinta-feira. Ele é encontrado no Oceano Atlântico, nas áreas onde a água é mais quente. O mero pode chegar a pesar 400 quilos e atingir mais de 2,5 metros. Segundo o oceanógrafo do Aquário de São Paulo, Ricardo Cardoso, por causa de sua sociabilidade, o mero é um animal muito caçado.
- Ele se aproxima com facilidade do pescador - diz o oceanógrafo.
Até 2007, a pesca do mero estava proibida no país para evitar a redução da população dessa espécie. O mero se tornou raro nos locais onde a pesca é mais intensa, como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco e Maranhão. Já no Sul do Paraná e norte de Santa Catarina eles se reproduzem bem.
Além dele, o aquário recebeu um baiacu, um badejo, uma raia mariposa, uma rêmora, lagostas e dois tubarões lixa do sexo feminino - cada uma com aproximadamente dois metros de comprimento, que se juntam aos outros cinco tubarões do aquário.
- Ele se aproxima com facilidade do pescador - diz o oceanógrafo.
Até 2007, a pesca do mero estava proibida no país para evitar a redução da população dessa espécie. O mero se tornou raro nos locais onde a pesca é mais intensa, como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco e Maranhão. Já no Sul do Paraná e norte de Santa Catarina eles se reproduzem bem.
Além dele, o aquário recebeu um baiacu, um badejo, uma raia mariposa, uma rêmora, lagostas e dois tubarões lixa do sexo feminino - cada uma com aproximadamente dois metros de comprimento, que se juntam aos outros cinco tubarões do aquário.
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Fonte: GLOBO.COM
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Mais de mil peixes são encontrados mortos em Canoas

A partir de uma denúncia à Brigada Militar, técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Canoas encontraram nesta segunda-feira, no final da tarde, cerca de mil peixes mortos na beira de uma vala de drenagem, aberta para a construção da Rodovia do Parque (BR-448), em área não habitada, no final da Rua da Barca, na região Noroeste.
Distante quase um quilômetro do local, outro foco de mortandade, com aproximadamente 200 peixes, foi localizado numa vala que passa por lavouras de arroz. Segundo a bióloga da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Nade Coimbra, a condição crítica da área contaminada somada ao aumento brusco da temperatura, que faz diminuir o oxigênio, é uma das hipótese para a ocorrência das mortes. Uma mancha de óleo e lixo também podem ter comprometido a água. Não se descarta ainda contaminação por agrotóxico.
— É possível que os peixes estivessem no Rio dos Sinos, onde não encontramos nenhuma morte, chegaram a vala e de lá não conseguiram sair. Coletamos a água em pontos estratégicos— diz Nade.
Dentro de uma semana, serão divulgados os resultados das coletas encaminhadas pela prefeitura ao laboratório Laborquímica de Canoas.
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Fonte: Zero Hora
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Criação de peixes em alta em MT

Mato Grosso é reconhecido por ofertar a maior produção de soja, algodão, girassol, milho de segunda safra do Brasil, além de ser o detentor do maior rebanho bovino de corte do País. O que poucos sabem é que o Estado tem potencial reconhecido para conquistar mais um segmento de atividade primária: a aquicultura.
A atividade caminha em direção à profissionalização de seus agentes e esbarra na falta de políticas sanitárias. Mas mesmo com esses gargalos, a aquicultura em Mato Grosso se posiciona, hoje, na quinta posição no ranking do pescado continental (água doce) do Brasil perdendo apenas para o Ceará e para os estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina.
As principais espécies cultivadas- tambaqui, tambacu, pacu e piraputanga- podem ser encontradas nas regiões norte e centro-sul. De acordo com dados do perfil, analistas do setor afirmam que se todo o potencial fosse aproveitado corretamente, a produção suplantaria, em toneladas, a atual produção de grãos.
Com aspectos fortes, a cultura está fortalecida pelo clima e temperatura da água, ideal para psicultura; pelos mercados regional, internacional e nacional - em franco desenvolvimento e propícios a esta atividade considerada de alta rentabilidade e pela existência de frigoríficos que podem diversificar seu ramo de atividade.
De acordo com Valter Santana, superintendente federal do Ministério da Aquicultura e Pesca no Estado, “a piscicultura, em Mato Grosso, está tomando um rumo “fantástico”. A piscicultura fechou 2008 no Estado com 27 mil toneladas de pescado, elevando Mato Grosso do 8º para o 4º lugar no ranking nacional. A expectativa é que as novas estatísticas revelem um crescimento ainda mais significativo que o alcançado no último ano. As previsões para 2010 são grandes”.
Dentre os fatores que impulsionam a aquicultura em Mato Grosso, o superintendente do Ministério cita um bom entrosamento com o governo estadual, que tem apoiado e investido na atividade.
Outro fator predominante é a mudança de comportamento do mercado consumidor, que não “digeria” muito bem o peixe de cativeiro, preferindo comprar o pescado tradicional. Hoje, a aceitação do mercado é muito boa e impulsiona a criação de peixes em tanque.
Mais um motivo, causa ou consequência do anterior, é a criação cada vez mais intensa de tecnologias e mecanismos de produção. Bom mercado impulsiona mais investimentos, informação e melhora a qualidade do produto, o que, por sua vez, volta a impulsionar a aceitabilidade do consumidor.
Santana comenta que muitas pessoas têm começado a enxergar a criação de peixes como uma atividade lucrativa e que tem bastante espaço no Estado, investindo em criadouros. “E só vai crescer”, prevê o superintendente.
O produtor rural, Manoel Milo da Costa, do município de Nossa Senhora do Livramento, da comunidade Ribeirão dos Cocais, compra alevinos da Estação de piscicultura da Empresa mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), há mais de 14 anos para cria e engorda. Ele possui dois tanques, num total de 1.500 alevinos e espera que em 18 meses possa retirar peixes pesando até 2 quilos, prontos para o abate e consumo.
Francisco Marques, responsável técnico pela Lufada Piscicultura, trabalha há 15 anos na reprodução de alevinos, em uma área distante de Cuiabá há 25 quilômetros do trevo do Lagarto em Várzea Grande. Ele revela que investe cerca de R$ 8 mil por mês para a manutenção dos alevinos. “A Lufada faz a reprodução das espécies e vendemos os filhotes para o comércio e produtores. Os alevinos são vendidos a partir de R$ 150,00 com uma quantidade de 1.000 mil filhotes”.
A Nativ Pescados atua no município de Sorriso. É uma empresa consolidada e em franco crescimento e emprega mais de 50 funcionários. De acordo com Cristian Brant, diretor de produção da empresa, o estado tem grande potencial devido aos recursos hídricos com grandes projetos de geração de energia que criará importantes polos para a aquicultura.
As principais espécies produzidas são oriundas da Amazônia: tambaqui, tilápia, pintado e surubim. A empresa conta com um processo inédito de produção no segmento de pescado, utilizando alto controle de quantidade de ponta que tenha um aproveitamento integral dos produtos. Além do produto in natura, com cortes especiais, a empresa investe principalmente em produtos industrializados como filés empanados e congelados. O frigorífico em Sorriso tem a capacidade de abate de 12 a 14 toneladas de peixes por turno, gerando uma produção de produtos “in natura” de 4 toneladas por turno e mais 4 toneladas de produtos industrializados por turno.
O produtor rural, Gonçalo Antônio, locou uma chácara de 10 hectares, contendo duas represas para cria e engorda de alevinos. O produtor comprou 5 mil alevinos de tambacu e pretende, em 18 meses, comercializar mais de 5 mil quilos de peixe. “Faço questão de comprar alevinos de tambacu, pois é um peixe que desenvolve mais rápido em menos tempo. Vamos testar e comercializar”, comenta.
A Aldeia Meruri, no município de General Carneio (449 KM de Cuiabá, em Mato Grosso) sedia o projeto piloto de piscicultura do Ministério de Pesca e Aquicultura (MPA). Na comunidade vivem cerca de 500 índios bororos em uma área de 82 mil hectares. No local existem sete tanques com 18 mil metros quadrados que servem de berço para 19 mil alevinos das espécies Tambatinga e Piauçu. A primeira produção foi de três toneladas, o excesso de produção (cerca de 700 quilos) foi vendido para um supermercado em Barra do Garças.
________________________A atividade caminha em direção à profissionalização de seus agentes e esbarra na falta de políticas sanitárias. Mas mesmo com esses gargalos, a aquicultura em Mato Grosso se posiciona, hoje, na quinta posição no ranking do pescado continental (água doce) do Brasil perdendo apenas para o Ceará e para os estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina.
As principais espécies cultivadas- tambaqui, tambacu, pacu e piraputanga- podem ser encontradas nas regiões norte e centro-sul. De acordo com dados do perfil, analistas do setor afirmam que se todo o potencial fosse aproveitado corretamente, a produção suplantaria, em toneladas, a atual produção de grãos.
Com aspectos fortes, a cultura está fortalecida pelo clima e temperatura da água, ideal para psicultura; pelos mercados regional, internacional e nacional - em franco desenvolvimento e propícios a esta atividade considerada de alta rentabilidade e pela existência de frigoríficos que podem diversificar seu ramo de atividade.
De acordo com Valter Santana, superintendente federal do Ministério da Aquicultura e Pesca no Estado, “a piscicultura, em Mato Grosso, está tomando um rumo “fantástico”. A piscicultura fechou 2008 no Estado com 27 mil toneladas de pescado, elevando Mato Grosso do 8º para o 4º lugar no ranking nacional. A expectativa é que as novas estatísticas revelem um crescimento ainda mais significativo que o alcançado no último ano. As previsões para 2010 são grandes”.
Dentre os fatores que impulsionam a aquicultura em Mato Grosso, o superintendente do Ministério cita um bom entrosamento com o governo estadual, que tem apoiado e investido na atividade.
Outro fator predominante é a mudança de comportamento do mercado consumidor, que não “digeria” muito bem o peixe de cativeiro, preferindo comprar o pescado tradicional. Hoje, a aceitação do mercado é muito boa e impulsiona a criação de peixes em tanque.
Mais um motivo, causa ou consequência do anterior, é a criação cada vez mais intensa de tecnologias e mecanismos de produção. Bom mercado impulsiona mais investimentos, informação e melhora a qualidade do produto, o que, por sua vez, volta a impulsionar a aceitabilidade do consumidor.
Santana comenta que muitas pessoas têm começado a enxergar a criação de peixes como uma atividade lucrativa e que tem bastante espaço no Estado, investindo em criadouros. “E só vai crescer”, prevê o superintendente.
O produtor rural, Manoel Milo da Costa, do município de Nossa Senhora do Livramento, da comunidade Ribeirão dos Cocais, compra alevinos da Estação de piscicultura da Empresa mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), há mais de 14 anos para cria e engorda. Ele possui dois tanques, num total de 1.500 alevinos e espera que em 18 meses possa retirar peixes pesando até 2 quilos, prontos para o abate e consumo.
Francisco Marques, responsável técnico pela Lufada Piscicultura, trabalha há 15 anos na reprodução de alevinos, em uma área distante de Cuiabá há 25 quilômetros do trevo do Lagarto em Várzea Grande. Ele revela que investe cerca de R$ 8 mil por mês para a manutenção dos alevinos. “A Lufada faz a reprodução das espécies e vendemos os filhotes para o comércio e produtores. Os alevinos são vendidos a partir de R$ 150,00 com uma quantidade de 1.000 mil filhotes”.
A Nativ Pescados atua no município de Sorriso. É uma empresa consolidada e em franco crescimento e emprega mais de 50 funcionários. De acordo com Cristian Brant, diretor de produção da empresa, o estado tem grande potencial devido aos recursos hídricos com grandes projetos de geração de energia que criará importantes polos para a aquicultura.
As principais espécies produzidas são oriundas da Amazônia: tambaqui, tilápia, pintado e surubim. A empresa conta com um processo inédito de produção no segmento de pescado, utilizando alto controle de quantidade de ponta que tenha um aproveitamento integral dos produtos. Além do produto in natura, com cortes especiais, a empresa investe principalmente em produtos industrializados como filés empanados e congelados. O frigorífico em Sorriso tem a capacidade de abate de 12 a 14 toneladas de peixes por turno, gerando uma produção de produtos “in natura” de 4 toneladas por turno e mais 4 toneladas de produtos industrializados por turno.
O produtor rural, Gonçalo Antônio, locou uma chácara de 10 hectares, contendo duas represas para cria e engorda de alevinos. O produtor comprou 5 mil alevinos de tambacu e pretende, em 18 meses, comercializar mais de 5 mil quilos de peixe. “Faço questão de comprar alevinos de tambacu, pois é um peixe que desenvolve mais rápido em menos tempo. Vamos testar e comercializar”, comenta.
A Aldeia Meruri, no município de General Carneio (449 KM de Cuiabá, em Mato Grosso) sedia o projeto piloto de piscicultura do Ministério de Pesca e Aquicultura (MPA). Na comunidade vivem cerca de 500 índios bororos em uma área de 82 mil hectares. No local existem sete tanques com 18 mil metros quadrados que servem de berço para 19 mil alevinos das espécies Tambatinga e Piauçu. A primeira produção foi de três toneladas, o excesso de produção (cerca de 700 quilos) foi vendido para um supermercado em Barra do Garças.
Fonte: Circuito Mato Grosso - Regina Botelho - Redação Jornal Circuito Mato Grosso
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Cerca de 200 cevas são apreendidas durante operação em trecho do Rio Cuiabá

Cerca de 200 cevas já foram retiradas do Rio Cuiabá, entre a Ponte Sérgio Mota e a comunidade de Bom Sucesso, na operação de fiscalização deflagrada nesta terça-feira (27.07), pela Superintendência de Fiscalização da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e policiais que integram o Batalhão Ambiental da Polícia Militar.
A operação de fiscalização irá percorrer cerca de 80 quilômetros do Rio Cuiabá até o município de Barão de Melgaço, localizado a 113 quilômetros ao sul da capital. As equipes retornam a Cuiabá na próxima sexta-feira (30.07).
O superintendente de Fiscalização da Sema, tenente-coronel PM Paulo Serbija, explicou que a operação tem caráter orientativo. “Esse tipo de pesca predatória, causa um grande desequilíbrio ao meio ambiente tornando os peixes presas fáceis, além de causar perigo às embarcações”. O superintendente acompanhou o início da operação nesta manhã de terça-feira, junto com a equipe de fiscais e policiais militares.
“Nem toda a população tem consciência dos seus direitos e deveres relacionados a pesca. Nossa orientação é para que as pessoas procurem o órgão ambiental e se informem a respeito”, destacou o superintendente.
Todos os materiais apreendidos - galões e bóias - serão levados para o deposito localizado no distrito industrial e posteriormente doados a instituições de caridade para serem reutilizados como reciclados.
Esta é a primeira etapa da operação deflagrada após varias denunciadas enviadas à Coordenadoria de Fiscalização de Pesca. Uma segunda etapa, de caráter repressivo, é planejada para daqui a trinta dias.
LEI – A Lei n° 9.096, de 16 de janeiro de 2009, dispõe sobre a Política de Pesca no Estado de Mato Grosso. Segundo a lei, a ceva são os alimentos que se colocam em lugar determinado para atrair recursos pesqueiros.
A lei diz também que o exercício e o manejo das atividades de pesca deverão assegurar o equilíbrio ecológico, a conservação dos organismos aquáticos e a capacidade de suporte dos ambientes de pesca, mediante a observância dos seguintes princípios: da preservação e conservação da biodiversidade e do cumprimento da função social e econômica da pesca.
Entre as modalidades proibidas de pesca, elencadas nos artigos 25 e 26 da Lei estão a armadilha tipo tapagem; covo, pari e jiqui, exceto para captura de iscas vivas; cercado e qualquer outro aparelho fixo, exceto anzol de galho e estaca que serão regulamentados pelo Cepesca; aparelho tipo elétrico, sonoro (sonar) ou luminoso; fisga, gancho (exceto garateia quando fizer parte do corpo da isca artificial), arpão e espinhel; tarrafão, rede de qualquer natureza (exceto rede de arrasto para captura de peixes ornamentais ou ceva com fixação permanente ou com utilização de equipamentos mecânicos, entre outras formas consideradas pesca predatória.
No caso de infração às normas estabelecidas na lei, os infratores são autuados e o produto da pesca, petrechos, equipamentos, veículos e embarcações de pesca, são apreendidos, lavrando-se os respectivos termos e aplicando a multa prevista que varia de R$ 100,00 a R$ 1 milhão, depende da quantidade de material e pescado apreendido.
Os materiais apreendidos são descaracterizados, destruídos ou no caso de pescado, são utilizados para fins de pesquisa científica pelo órgão ambiental ou doados.
Em relação a reincidência específica, a multa imposta pela prática na nova infração terá valor aumentado ao triplo.
O coordenador de Fiscalização de Pesca da Sema, Carlos Cesário, lembrou que o grande problema da ceva é a dificuldade em identificar o proprietário. Desde janeiro deste ano até agora, a Sema já emitiu 88 notificações. “Essas notificações são aquelas que conseguimos identificar os proprietários”, explicou ele. Nas operações que realizam ao longo dos rios, os fiscais da Sema costumam retirar muitos galões e boias utilizadas nesse tipo de pesca predatória.
Conforme o coordenador, o trecho de maior incidência desse tipo de pesca predatória localiza-se a partir de Bom Sucesso até região da Barra do Aricá e daí até Barão de Melgaço, nesse caso, em função do maior número de pousadas.
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Fonte: http://www.expressomt.com.br/noticia.asp?cod=82120&codDep=3
A operação de fiscalização irá percorrer cerca de 80 quilômetros do Rio Cuiabá até o município de Barão de Melgaço, localizado a 113 quilômetros ao sul da capital. As equipes retornam a Cuiabá na próxima sexta-feira (30.07).
O superintendente de Fiscalização da Sema, tenente-coronel PM Paulo Serbija, explicou que a operação tem caráter orientativo. “Esse tipo de pesca predatória, causa um grande desequilíbrio ao meio ambiente tornando os peixes presas fáceis, além de causar perigo às embarcações”. O superintendente acompanhou o início da operação nesta manhã de terça-feira, junto com a equipe de fiscais e policiais militares.
“Nem toda a população tem consciência dos seus direitos e deveres relacionados a pesca. Nossa orientação é para que as pessoas procurem o órgão ambiental e se informem a respeito”, destacou o superintendente.
Todos os materiais apreendidos - galões e bóias - serão levados para o deposito localizado no distrito industrial e posteriormente doados a instituições de caridade para serem reutilizados como reciclados.
Esta é a primeira etapa da operação deflagrada após varias denunciadas enviadas à Coordenadoria de Fiscalização de Pesca. Uma segunda etapa, de caráter repressivo, é planejada para daqui a trinta dias.
LEI – A Lei n° 9.096, de 16 de janeiro de 2009, dispõe sobre a Política de Pesca no Estado de Mato Grosso. Segundo a lei, a ceva são os alimentos que se colocam em lugar determinado para atrair recursos pesqueiros.
A lei diz também que o exercício e o manejo das atividades de pesca deverão assegurar o equilíbrio ecológico, a conservação dos organismos aquáticos e a capacidade de suporte dos ambientes de pesca, mediante a observância dos seguintes princípios: da preservação e conservação da biodiversidade e do cumprimento da função social e econômica da pesca.
Entre as modalidades proibidas de pesca, elencadas nos artigos 25 e 26 da Lei estão a armadilha tipo tapagem; covo, pari e jiqui, exceto para captura de iscas vivas; cercado e qualquer outro aparelho fixo, exceto anzol de galho e estaca que serão regulamentados pelo Cepesca; aparelho tipo elétrico, sonoro (sonar) ou luminoso; fisga, gancho (exceto garateia quando fizer parte do corpo da isca artificial), arpão e espinhel; tarrafão, rede de qualquer natureza (exceto rede de arrasto para captura de peixes ornamentais ou ceva com fixação permanente ou com utilização de equipamentos mecânicos, entre outras formas consideradas pesca predatória.
No caso de infração às normas estabelecidas na lei, os infratores são autuados e o produto da pesca, petrechos, equipamentos, veículos e embarcações de pesca, são apreendidos, lavrando-se os respectivos termos e aplicando a multa prevista que varia de R$ 100,00 a R$ 1 milhão, depende da quantidade de material e pescado apreendido.
Os materiais apreendidos são descaracterizados, destruídos ou no caso de pescado, são utilizados para fins de pesquisa científica pelo órgão ambiental ou doados.
Em relação a reincidência específica, a multa imposta pela prática na nova infração terá valor aumentado ao triplo.
O coordenador de Fiscalização de Pesca da Sema, Carlos Cesário, lembrou que o grande problema da ceva é a dificuldade em identificar o proprietário. Desde janeiro deste ano até agora, a Sema já emitiu 88 notificações. “Essas notificações são aquelas que conseguimos identificar os proprietários”, explicou ele. Nas operações que realizam ao longo dos rios, os fiscais da Sema costumam retirar muitos galões e boias utilizadas nesse tipo de pesca predatória.
Conforme o coordenador, o trecho de maior incidência desse tipo de pesca predatória localiza-se a partir de Bom Sucesso até região da Barra do Aricá e daí até Barão de Melgaço, nesse caso, em função do maior número de pousadas.
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Fonte: http://www.expressomt.com.br/noticia.asp?cod=82120&codDep=3
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domingo, 15 de agosto de 2010
Pérolas do Flickr - by Matt in Houston
O post de hoje da série "Pérolas do Flickr", é com o belo aquário do usuário "Matt in Houston", um aqua que foge um pouco do padrão tradicional de tanques, ficou realmente sensacional.


sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Laguinho ao Extremo - by caranca
Laguinho de Barcelona na Espanha, suportando baixas temperaturas...







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Fonte: El Estanque
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Pangasius vindo do Vietnã pode estar contaminado - suspensa sua importação
O Ministério da Pesca e Aquicultura vai iniciar uma análise de risco para apurar algumas denúncias de contaminação em relação ao peixe Pangasius cf. hypophthalmus, conhecido como panga, que começou a ser importado este ano do Vietnã. Segundo o secretário de Monitoramento e Controle do ministério, Eloy de Sousa, foi encaminhado ao Ministério da Agricultura pedido de suspensão da licença de importação do produto até que seja concluída a análise.
“Vamos fazer a análise de acordo com critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal”, afirmou ele, após reunião de mais de três horas entre representantes do setor pesqueiro e o ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, para debater o assunto.
Segundo o presidente do Conselho Nacional de Pesca e Aquicultura (Conepe), Fernando Ferreira, há indícios de que o produto vendido ao Brasil tenha teor acima do permitido de um antibiótico que aumenta a retenção de água na carne do peixe, além de clareá-la, o que facilita sua comercialização no supermercado. “São peixes com alto risco de contaminação”, afirmou.
Somente no primeiro semestre deste ano, foram importadas 3,3 mil toneladas do panga, no valor de US$ 6,6 milhões. Além do risco à saúde que ainda será analisado, produtores nacionais reclamam que o preço do produto está abaixo do valor de custo de alguns similares brasileiros, como o mapará, da Amazônia, e a tilápia.
Enquanto o preço do panga importado é de US$ 2 por quilo, os similares nacionais saem por cerca de US$ 4. Essa diferença tem sido colocada pelo setor como a causa de mais de 3 mil demissões na indústria de peixe de Santa Catarina e cerca de 2 mil na Região Norte.
“É o caos no mercado interno brasileiro”, afirmou Ferreira. Segundo ele, várias empresas estão com estoques parados devido à importação desordenada do peixe vietnamita.
Da Agência Brasil
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Fonte: Pernambuco.com
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
Novo email e MSN do Blog
O blog AquariofiliaBR está com um novo email para contato e um MSN que está a disposição de todos para tirar dúvidas, fazer questionamentos, críticas, elogios ou simplesmente para fazer novas amizades e conversar sobre aquarismo em geral, sintam-se a vontade para adicionar o blog!!!!!______________________________________________
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Continue mandando emails e comentando as postagens do blog, isso é muito importante para o nosso crescimento!!! Um abraço à todos!!!!
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Filtro Externo Aquatech FE 50
Adquiri este filtro a pouco tempo, porém já foi possível notar a sua qualidade, um filtro extremamente silencioso (não emite nenhum som), com um acabamento muito bom, tampa hiper vedante e ainda um sistema opcional de movimentação de água no estilo de um "chuveiro". A vazão do Aquatech FE 50 é de 400 L/h, um consumo de 5w, refil com perlon e carvão ativado, esponja e controle de fluxo, é realmente um ótimo filtro, recomendo!



domingo, 8 de agosto de 2010
Estante de Aquários - Novo Projeto - Parte 2
Seguem as fotos da minha estante agora com o futuro nano plantado já instalado, ele possui 20 litros, o solo é composto de húmus de minhoca e areia de rio, a filtragem é feita por um filtro interno DIY de 180 L/h e aquecimento com termostato Natur e aquecedor Sarlo de 80w, dentro de uns 15 dias já começo a inserir as plantas, ele não vai possuir fauna, vou continuar postando a sua evolução.
ps.: destaque para a minha caixa de tenébrios, logo abaixo do primeiro aquário.
UM FELIZ DIA DOS PAIS PARA TODOS OS PAPAIS DO BRASIL !!!!!!!!!
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