terça-feira, 30 de novembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Ilha do Faial: empresa vai exportar peixe vivo para a Turquia


Uma empresa açoriana, registada na cidade da Horta, Portugal, vai exportar para um oceanário, em Istambul, capital da Turquia, cerca de 1.500 peixes de 50 espécies diferentes.
Os animais seguiram na passada semana, juntando-se a outros peixes, capturados em Olhão e em Peniche, e que têm o mesmo destino.
A captura de peixes vivos poderá ser encarada como uma alternativa à pesca tradicional.
A ideia surgiu em 2006 e não levou muito tempo a concretizar: uma empresa com sede no Faial, a Flying Sharks, está a exportar peixes vivos para vários aquários e oceanários em todo o Mundo.
Na passada semana, seguiram de barco para Lisboa três contentores de mercadorias com 19 tanques carregados com cerca de 1.500 peixes de 50 espécies diferentes.
Os animais, que vão juntar-se a outros capturados no Continente, destinam-se a um oceanário, em Istambul.
O biólogo Telmo Morato, um dos responsáveis pela empresa, disse à Antena 1/Açores que "esta pode mesmo ser uma actividade alternativa à pesca tradicional", adiantando que "só o fazem para oceanários de grande interesse nacional ou internacional e que têm um número de visitantes que justifique a exportação dessas espécies".
Com essa actividade -prossegue- "estamos a dar o exemplo que se pode explorar o mar dos Açores de um modo diferente".
Neste primeiro carregamento de peixes açorianos com destino ao estrangeiro, seguem cerca de 50 animais marinhos, como, por exemplo, raias, peixe-cão, moreias e ouriços, mas, também, espécies comerciais comuns, como o goraz ou a abrótea, que, habitualmente, não se vêem em oceanários-

Ricardo Freitas/Carlos Tavares
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domingo, 28 de novembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Cultivo de peixes ornamentais em esgoto tratado vira alternativa para piscicultores

A prática do cultivo de peixes ornamentais em esgoto tratado doméstico pode se tornar uma alternativa para piscicultores que desejam ter mais produtividade em suas criações, conforme aponta estudo feito pela Universidade Federal do Ceará (UFC) a pedido da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece).
Segundo estudo da Cagece, o uso de efluentes domésticos, além de influenciar no nível de produção, possui mais qualidades que a água de poço na atividade da piscicultura. As vantagens do efluente tratado de esgoto são alto nível da taxa de proteínas, baixo custo e a reciclagem de nutrientes. O estudo com tilápias e peixes ornamentais se deve ao fato de serem peixes filtradores, ou seja, que consomem algas, detritos orgânicos e plânctons, presentes no esgoto doméstico.
Alguns parâmetros zootécnicos foram analisados durante cultivo dos peixes, como crescimento em comprimento, crescimento diário, ganho de peso, ganho de peso diário e produtividade. Os resultados da análise, coordenado pelo professor Rafahel Fontenele, indicam que uma tilápia adulta cultivada em água de poço atinge em média 800g, com o cultivo em água de esgoto, os peixes chegam a atingir 1kg.
Os peixes são criados em viveiros de alvenarias no Centro de Pesquisa sobre Tratamento de Esgoto e Reuso de Águas, situado no município de Aquiraz, distante 27km de Fortaleza. Ao todo, são nove viveiros com volume de 50m³ providos com tela de proteção e abastecidos com esgoto doméstico tratado. Por viveiro, são estocados 150 peixes vivos, ou seja, três peixes por m³.
Os estudos realizados pela Universidade Federal do Ceará a pela Cagece apontam que os peixes criados nos efluentes tratados apresentam qualidade para o consumo humano. Durante todo o processo de pesquisa, os peixes foram submetidos ao controle microbiológico. Para universalizar este procedimento, a Cagece e a UFC estão estudando esquemas para viabilizar a ideia aos municípios com o objetivo de gerar renda a famílias cearenses.

Tilápia e peixes ornamentais

As primeiras tilápias criadas em viveiro foram doadas pela Cagece a instituições de caridade. A carne do peixe é branca e considerada saborosa. O nível de gordura é baixo e não há espinha intramuscular. Além do filé, parte mais nobre da tilápia, o peixe pode ser totalmente aproveitado. O couro do peixe também pode ser utilizado na fabricação de couros e bolsas; já as vísceras podem virar farinha e ração animal.
A criação de peixes ornamentais pode ser uma opção de lucro. O cultivo é muito simples e o custo bem baixo.

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Fonte: Ceara.gov
Assessoria de Imprensa da Cagece
Márcio Teles ( marcio.teles@cagece.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 85 3101.1826 - 3101.1828)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Visita à casa de Amano

terça-feira, 23 de novembro de 2010

d:D

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Nishikigoi Philosophies - Momotaro















sábado, 20 de novembro de 2010

Isto é bizarro!!!!

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Fonte: cartoonstock

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Cisnes alimentando Kois, muito bom !!!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

The Aqueous Art Movement Exibition in London


sábado, 13 de novembro de 2010

Cleidopus gloriamaris - Peixe Abacaxi


Família: Monocentridae
Origem: Austrália Ocidental e Oriental
Tamanho: até 8 polegadas
Dieta: Carnívora
Habitat: corais ou rochas, em plantas
Reef Compatible: Sim
pH: 8,1-8,4
Capacidade do tanque: 500 L
Temperamento: calmo
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Esse é o "Peixe Abacaxi", até hoje não visualizei nenhum exemplar em aquários brasileiros, ele possui um corpo amarelado coberto com espinhos, fato que justifica a origem de seu nome, possui uma boca brilhante devido à algumas bactérias presentes em seu corpo, é natural da Austrália, se alimenta de camarões e pequenos peixes, na europa e ásia é muito visto em aquários.



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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Aquaholics - Aquarium Fair China Guangzhou

Um tour por um evento de aquarismo na China!

Pérolas do Flickr - by Vidarte Laso







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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Discus: Peixe da Amazônia produz substância similar ao leite


Por Daniel Jordano - INPA

MANAUS -
O peixe acará disco (Symphysodon spp), comum no município de Barcelos, interior do Amazonas é um dos protagonistas do festival folclórico da cidade. Porém, algo mais chamou atenção dos cientistas que estudam as características dos peixes na região. Uma pesquisa de cooperação internacional envolvendo o Centro de Estudos de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta) projeto ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT), revela que o peixe ornamental tem uma característica própria na hora de cuidar dos filhotes.
O acará disco produz um muco que, segundo os pesquisadores, é rico em nutrientes e tem função similar ao leite materno nos mamíferos (como acontece em humanos).
Os estudos foram feitos pelos pesquisadores estrangeiros Jonathan Buckley, Richard J. Mauder, Andrew Foey, Janet Pearce e Katherine Sloman em parceria com o cientista brasileiro Adalberto Val, coordenador geral do projeto Adapta e diretor do Inpa.
Neste processo de alimentação, os filhotes “beliscam” a pele dos “pais” para obterem o alimento.
O diretor do Inpa afirma que foi necessário desenvolver uma nova tecnologia para realizar o estudo. “Foi desenvolvida uma esponja especial onde coletamos todo esse material, depois dissolvemos essa esponja no laboratório para fazer a análise. Outro fator importante do estudo foi a descoberta que por meio desse muco há a passagem de substâncias essenciais para o crescimento e imunidade do peixe”, enfatizou.
Ainda de acordo com as pesquisas, os poluentes presentes na água podem ser passados dos pais para os filhotes onde através do muco os filhotes geram uma espécie de defesa. “Alguns poluentes são passados por meio do muco e esse poluentes servem para desencadear um processo resistência e essas substâncias”, declarou Val.

O “desmame”

As pesquisas revelaram ainda que este tipo de alimentação diferenciada para os filhotes se dá em um período de três semanas onde os pais começam o processo semelhante ao de “desmame”. Isso ocorre por apenas três semanas a partir daí o filhote de acará disco já busca seus alimentos motivados pelo afastamento dos pais.
O próximo passo agora é fazer a análise genética para saber quais são os genes responsáveis pelo estímulo à produção do muco com nutrientes que só ocorre no período em que há filhotes. “O muco é produzido sempre, mas o muco com essa composição só ocorre quando há os filhotes. Deve haver um mecanismo que estimula a mudanças da composição química do muco durante aproximadamente três semanas e após esse período tudo isso desaparece e o filhote começa a ter vida independente”, explicou.
A pesquisa foi desataque no site da BBC e deve ser publicada ainda este ano no The Journal of Experimental Biology, publicação internacional sendo a mais importante na área de biologia experimental.

Sobre Adapta

O Adapta é uma rede de atividades de Biologia Aplicada e tem a proposta estudar as Adaptações de organismos aquáticos da Amazônia, por meio da incorporação de novos equipamentos, da estruturação de um serviço de bioinformática e capacitação de recursos humanos.
O projeto faz parte dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT’s) e conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisas do Estado do Amazonas (Fapeam), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Melanotaenia Boesemani

sábado, 6 de novembro de 2010

Olha a quantidade de Kois

Clique no link abaixo para assistir o vídeo:
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Bom final de semana...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Arraias e peixes ornamentais são apreendidos no Pará


Texto Portal Amazônia
BELÉM - Um carregamento de 27 arraias e 980 peixes ornamentais amazônicos foi apreendido nesta quarta-feira (3) por fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em São Félix do Xingu, no Pará.
Os animais estavam dentro de caixas de isopor e eram levados para Belém, de onde seriam enviados para a Europa. Segundo o Ibama, empresa de exportação responsável pela carga foi multada em R$ 30,1 mil.
Ainda de acordo com o Ibama, a empresa tem sede em Altamira e comprou os animais há três dias. Apesar de possuir licença ambiental da Secretaria Meio Ambiente do Pará (Sema) para comercializar arraias e peixes, a exportadora não comprovou a origem dos animais apreendidos.
Os peixes ornamentais e as arraias já foram devolvidos à natureza em um trecho isolado do rio Xingu, no Pará.
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Seria uma sacada para aquários?!

Muito interessante esse sistema montado no aquário, agora duas perguntas são pertinentes, primeira, qual o sentido disso? R: nenhum, apenas estética, segunda, como fazer isso? R: não sei, oO...


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Fonte: Geekologie

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Isto é bizarrooo!!!!! Mas engraçado kkkkk


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Fonte: Jow Cartoon

segunda-feira, 1 de novembro de 2010