domingo, 31 de julho de 2011

Fishroom Incrível

sábado, 30 de julho de 2011

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Peixes sobrevivem 134 dias em aquário após terremoto neozelandês

TERRA - Dois peixes dourados foram encontrados vivos dentro de um aquário em um prédio que ficou 134 dias isolado após o terremoto na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia.
Os peixes Salsicha ("Shaggy", em inglês) e Daphne, batizados em homenagem aos personagens do desenho animado Scooby-Doo, estavam em um grande aquário com muitas plantas na área que foi isolada depois do terremoto de fevereiro.
Vicky Thornley, diretora do escritório onde estava o aquário, afirma que nem queria olhar para os peixes quando finalmente voltou ao escritório, para não vê-los mortos, "até que alguém disse que viu os dois vivos".
Ela acredita que Salsicha e Dafne podem ter comido outros peixes durante o tempo em que ficaram isolados. "Havia um peixe flutuando no aquário, e os outros que viviam junto com Salsicha e Dafne não estavam lá", disse Vicky.
O especialista em peixes dourados Bob Ward disse que os peixes podem ficar por algum tempo sem comida, dependendo da temperatura da água no aquário.

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Fonte: Site TERRA

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Um brasileiro entre os 27 melhores aquapaisagistas do mundo - Iaplc 2011


Parabéns ao Luca Galarraga, que conquistou de forma inédita a 18ª colocação no Iaplc 2011, feito que nos encheu de orgulho, pois, é a primeira vez que um brasileiro figura entre os 27 melhores  aquapaisagistas do mundo.

Um abraço a todos!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Ciclídeos Africanos













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Fonte: Facebook - Metin Karaman

terça-feira, 26 de julho de 2011

Peixe de quatro olhos enxerga dentro e fora da água ao mesmo tempo


HYPESCIENCE - O Anablepidae é conhecido como o peixe de quatro olhos, que nada ao longo da superfície com os olhos aparecendo tanto dentro como fora da água. Uma nova pesquisa desvendou como esse peixe enxerga os dois ambientes distintos ao mesmo tempo.
As descobertas ajudaram a explicar como os sistemas visuais dos animais, incluindo os humanos, evoluem em resposta a ambientes de luzes diferentes.
No caso do Anablepidae, o que parecem quatro olhos são, na verdade, dois olhos grandes. O nome de “quatro olhos” deriva do fato deles ficarem divididos na superfície da água, metade acima e metade dentro dela.
O estudo que analisou os olhos do peixe se concentrou nas proteínas sensíveis à luz chamadas opsinas – os pigmentos visuais. Cada uma delas é mais sensível a um determinado comprimento de onda de luz. Seres humanos, por exemplo, tem opsinas sensíveis à luz azul, verde e vermelha. As opsinas absorvem a luz em comprimentos de onda ligeiramente diferentes, permitindo-nos ver essas três cores e as demais.
Os cientistas descobriram que a parte superior dos olhos do Anablepidae – que fica fora da água – possui opsinas sensíveis ao verde. Já a metade inferior é sensível ao amarelo. Todo o olho tem genes sensíveis ao ultravioleta, violeta e à luz azul.
O peixe de quatro olhos teria diferentes tipos de opsina para funcionar a partir do tipo de luz disponível em cada ambiente. A água em que ele vive é normalmente barrenta (florestas de mangues no norte da América do Sul) e nesse ambiente a luz amarela é a melhor transmitida.
Esse sistema visual único permite que o peixe evite um fenômeno problemático chamado de “Janela de Snell”, que acontece quando você está submerso na água e olha para fora da superfície. Devido à refração da luz na superfície da água, o campo de visão é limitada em cerca de 96 graus. Depois desse ângulo não é possível ver mais nada além da superfície.
Para compensar o problema, algumas espécies marinhas calculam a refração para encontrar a verdadeira posição de alguns objetos que encontram. Mas os “quatro olhos” conseguem ver com um ângulo mais amplo.
Entretanto, esse sistema de visão tem um preço. Como se pode imaginar, não é difícil para os predadores localizarem os peixes de olhos esbugalhados ao longo da superfície. Mas o peixe de quatro olhos está sempre à espreita, com grandes áreas de seu cérebro dedicadas à visão.
Ao que parece, os olhos do peixe exótico evoluíram para conviver com as duas diferentes tarefas visuais. Mas ele não é o único. Vários outros peixes, anfíbios, aves e certos primatas – incluindo os humanos – possuem o que é conhecido como variabilidade intraretinal. Isso significa que variações na sensibilidade espectral existem em toda a retina, que é um delicado revestimento de membrana sensível à luz, dentro do globo ocular.
 
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Fonte: HYPESCIENCE

Caça do peixe-boi na Amazônia pode levar espécie à extinção


GLOBO.COM - No Brasil a caça ao peixe-boi é crime, punido com até dois anos de prisão. Mas ele ainda é uma espécie muito caçada na Amazônia. Os adultos são caçados e mortos, enquanto os filhotes encontrados nos rios da região superlotam os tanques do Institituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

Clique AQUI e assista a reportagem completa!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Arte com emersas








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Fonte: Green Aquascapes

domingo, 24 de julho de 2011

Gita Betta Farm - Indonésia













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Fonte: Facebook - Gita Betta Farm

sábado, 23 de julho de 2011

Novas espécies de peixes são descobertas no Pará

Um grupo de 12 alunos de Mestrado do Programa de Pós-graduação em Ecologia Aquática e Pesca da Universidade Federal do Pará (Ufpa) identificou seis novas espécies de peixes no Estado, de um total de 120 coletadas durante o Curso de Campo em Ecologia Aquática, ministrado pela primeira vez na Reserva Biológica de Tapirapé (Rebiota), que fica no mosaico de Carajás, região sudeste do Pará.
Dentre as novas espécies estão três piabas com tamanho inferior a cinco centímetros que vivem em igarapés. Já no rio Tapirapé foi registrada uma nova espécie chamada de cacunda ou piaba corcunda, que apresenta tamanho aproximado de 15 centímetros e vive nos locais de remanso do rio.
Foi encontrada ainda uma espécie nova de piranha, também coletada no rio Tapirapé, e um Pacu de corredeira, que habita o rio Itacaiúnas. A nova espécie que mais chamou a atenção do pesquisador é o pacu, que pode alcançar até 40 centímetros de comprimento e pesar até cinco quilos. “Esta espécie pertence à subfamília dos Serrasalminae, que representa os peixes conhecidos como piranhas e pacu”, destaca o pesquisador Tommaso Giarrizzo, que coordenou o curso, vinculado ao Instituto de Ciências Biológicas da Ufpa.
A nova espécie de pacu foi capturada em corredeiras, nas imediações de afloramentos rochosos. “Os primeiros resultados indicam que este pacu passa a totalidade da vida nestes ambientes de corredeiras sendo, portanto, sensível a potenciais impactos de represamento do rio”, ressalta Giarizzo.
Todas as novas espécies estão sendo descritas pela equipe de pesquisadores do Grupo de Ecologia Aquática da UFPA, sob a orientação do de Tommaso. Segundo ele, a nova espécie de pacu será descrita em um dos capítulos da dissertação de mestrado do Engenheiro de Pesca Marcelo Andrade e ainda através de artigo que será publicado em uma revista internacional de alto impacto chamada Zootaxa. “Trata-se de uma respeitada publicação científica de revisão por pares, que existe desde 2001 e que até 2010 havia divulgado mais de 16.000 artigos sobre novas espécies para toda a comunidade científica mundial”, ressalta.
O professor Dr. Tommaso Giarrizzo informou ainda que, paralelamente, através de projeto aprovado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) - Carajás, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), “haverá novos levantamentos de peixes de todo o mosaico e será gerado um catálogo inédito para divulgação das espécies dessa região”.
A expectativa de Tommaso Giarrizzo é que novas espécies ainda sejam descobertas no mosaico de Carajás. “Os peixes são um grupo de animais ainda pouco conhecido na Amazônia. Somente para ter um exemplo, no Brasil, nos últimos 10 anos, foram descritas aproximadamente 1.000 espécies de peixes de água doce. Por isso, aumentando o esforço de coleta com novas expedições, será possível encontrar novas espécies, sim, na área da rebiota”, disse.
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sexta-feira, 22 de julho de 2011

ASE - International Aquascaping Contest 2011

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Polypterus Ornatipinnis Tank

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Top Aquários









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Fonte: Facebook - Chiclid Yunus

terça-feira, 19 de julho de 2011

domingo, 17 de julho de 2011

sábado, 16 de julho de 2011

Imagem da Semana


Clique na imagem para ampliar

sexta-feira, 15 de julho de 2011

TVD - VISITA AO AQUARIO DE UBATUBA

quinta-feira, 14 de julho de 2011

LED Aquatic Nature

quarta-feira, 13 de julho de 2011

As vantagens dos peixes como animais de estimação

Site Primeira Edição - Os cães e os gatos são campeões na escolha popular pelo bichinho de estimação, mas todo mundo sabe que animais como esses necessitam de atenção e cuidados especiais, ou seja, eles necessitam do tempo de seu dono.
Mas você é um profissional super ocupado, não tem tanto tempo para cuidar de um animal de estimação, seu apartamento não tem muito espaço e o dinheiro está curto para você investir, ou seja, você é um médico plantonista do SUS, e não tem como cuidar de uma animal de estimação, mas quer ter um, o que fazer? Simples, seu bichinho de estimação ideal é o peixinho de aquário.
“Coloco ração sempre, de vez em quando limpo o aquário. A bombinha pra oxigenar a água. É basicamente isso”, disse a professora de educação física, Ellen Lopes, explicando que a sua carga horária é extremamente pesada para poder cuidar de um cachorro, por exemplo. “Eu não teria tempo pra dar banho, remédio, alimentar, água, e principalmente carinho”, explicou.
Sejam de água doce ou salgada, os peixes ornamentais de espécies, cores e tamanhos variados hipnotizam com sua graciosidade e beleza. Os peixinhos de aquário também são uma ótima terapia para os humanos, tanto os adultos, como as crianças.
Mas não se engane, não e porque não precisa dos cuidados que um cão ou gato precisa, que não seja necessário responsabilidade e cuidado para se cuida de um peixinho. Na verdade os cuidados tomados desde o inicio da crianças, como a escolha do tamanho do aquário, por exemplo.

Então, se você pretende ter um aquário em casa, anote as dicas:

1- tudo começa com a escolha do tamanho do recipiente. O ideal é que para cada centímetro do peixe escolhido o local disponha de um litro de água - este cuidado permite que o animal se locomova com tranqüilidade. Por exemplo: um peixinho de 5 cm precisa de uma 'casa' que comporta cinco litros;
2 - A água deve ter uma boa oxigenação, além de temperatura e nível de acidez ou alcalinidade (pH) adequados a cada espécie. Em geral, os peixes de água doce exigem um pH ácido (abaixo de 7.0) ou neutro (7.0) e temperatura variando de 24ºC a 28ºC. Já os de água salgada se adaptam melhor a um ambiente aquático de pH bem alcalino (em média 8.2) e clima entre 26ºC e 28ºC;
3 - Os animais também precisam ser compatíveis e sociáveis uns com os outros. Há peixes que convivem pacificamente com todos, como os kinguio. Outros, como os beta, são mais agressivos e precisam ser mantidos isolados;
4 - Os equipamentos básicos e necessários para se ter um aquário são: bomba, aquecedor, cascalho, etc. Além do material necessário, as lojas especializadas também fornecem explicações detalhadas aos aquaristas.
5- Agora é só escolher os seus bicinhos e coloca-os para nadar.

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terça-feira, 12 de julho de 2011

1325 Litros

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Guia de aquarismo cuidados com o betta - Tetra

Se você ainda não tem o folder da Tetra que mostra como cuidar do seu betta, CLIQUE AQUI e baixe grátis o guia! Um abraço...