sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Filtro Tubular Interno - PLANETACUARIO
Segue o link de um modelo de filtro interno muito simples e eficiente, CLIQUE AQUI e veja como fazer!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Fotógrafos fazem imagens belíssimas do maior aquário do mundo
GLOBO.COM - Os fotógrafos David Hiepler e Fritz Brunier aproveitaram a grandiosidade do Georgia Aquarium e fizeram imagens impressionantes. As fotos dão apenas uma ideia da beleza do aquário, que mantém quatro tubarões-baleia (as únicas fora da Ásia), quatro baleias beluga e quatro arraias enormes.
Fonte: GLOBO.COM - Bicharada
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Cientistas alertam que a libertação no meio natural de um único peixe ornamental pode originar uma grande população
Por exemplo, no sul da Índia os Poecilia reticulata são frequentemente libertados em calhas de água, poços e pequenas lagoas para controlo destes insetos.
O peixe guppy (Poecilia reticulata) foi descoberto pela primeira vez em Trinidad e atualmente é um dos mais populares peixes nos aquários de água doce em todo o mundo. Inicialmente os Poecilia reticulata estão confinados a estes meios aquáticos mas as fortes chuvas acabam por transportá-los para os rios onde entram em contacto com os peixes nativos. A líder do estudo, Amy Deacon, refere que normalmente são libertados poucos peixes, “Sabemos que a maioria das espécies introduzidas num novo habitat desta forma é incapaz de sobreviver, muito menos de estabelecer uma população.”Para descobrirem como esta espécie em particular consegue originar populações inteiras, os investigadores conduziram uma experiência onde foram colocadas fêmeas em tanques separados. Após dois anos descobriram que a maioria dos tanques continha populações dePoecilia reticulata cada uma originada a partir de uma única fêmea.“As fêmeas de Poecilia reticulata armazenam o esperma no seu aparelho reprodutor durante vários meses após o acasalamento e isto permite que um único peixe crie uma população inteira mesmo quando não estão machos presentes”, refere a líder do estudo.“O nosso estudo mostra porque devemos ter cuidado quando libertamos espécies exóticas. Atividades aparentemente inofensivas como uma criança libertar peixes de estimação ou a utilização dos peixes guppy para controlo de mosquitos pode contribuir para a redução da biodiversidade nos habitats de água doce do mundo.”
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Orgulho de ser GAÚCHO!!!!!
Viva a Revolução Farroupilha, dia 20 de setembro, marco da história e da formação política da sociedade rio-grandense!!!!! "...povo que não tem virtudes, acaba por ser escravo..." Eu amo meu Rio Grande do Sul! Bom feriado gaúchos!!!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Pesca ornamental pode ser extinta no Rio Xingu
Vinte e seis empresas exportadoras de peixes ornamentais com sede no município de Altamira entraram com uma ação cautelar contra o consórcio Norte Energia, responsável pela implantação da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu. A ação visa impedir a continuidade dos trabalhos para a construção da hidrelétrica, enquanto não for feito um estudo aprofundado das perdas - e consequente reparação - sofridas por esse setor pesqueiro, que no mundo todo movimenta anualmente mais de 15 bilhões de dólares.
A ação foi impetrada em nome da Associação dos Criadores e Exportadores de Peixes Ornamentais de Altamira (Acepoat). Chamada de ‘ação cautelar de produção de prova antecipada com pedido de liminar’, a iniciativa judicial partiu da constatação de que há dúvidas sérias a respeito da sobrevivência desse tipo de atividade comercial, voltada primordialmente para a exportação. Isso porque a atividade desenvolvida pelas empresas é exercida somente no rio Xingu.
“A prática dessa atividade de pesca ornamental no rio Xingu é exclusiva nesse trecho do rio, devido às condições de fauna, flora e espécies de peixes existentes no médio Xingu”, diz o advogado Gabriel Granado, que representa a associação.
“No rio Xingu não existe outro local de pesca ornamental, seja no estado do Pará, seja no estado do Mato Grosso. Trata-se de uma pesca muito específica, seletiva e realizada com técnicas de predação pouco conhecidas cientificamente, mas existentes em algumas localidades, levada a cabo por produtores autônomos, empregando força familiar ou do grupo de vizinhança e cuja produção destina-se, principalmente, ao mercado internacional”, explicou Granado no texto da ação.
ALERTA
É uma atividade que remonta a gerações. O local da pesca de peixes ornamentais começa três quilômetros a partir da saída de Altamira, encontrando-se com a Reserva Ambiental e indo até a cidade de Vitória do Xingu, a aproximadamente 180 km na jusante do rio (abaixo).
Desde 2009, a Acepoat alerta sobre os riscos da hidrelétrica. Um estudo feito naquele ano diz que “outro problema detectado pelos pescadores, que pode afetar e interferir nas condições de trabalho, é o possível represamento do rio Xingu com a construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, projeto do governo federal, o qual prevê a construção de barragens ao longo dessa bacia hidrográfica”. Um exemplo disso seria a espécie ‘acari zebra’, que só existe na região do rio Xingu e que estaria seriamente ameaçada de extinção.
O documento revela que o início dos trabalhos para construção da hidrelétrica nos sítios de Pimental e Belo Monte iria paralisar totalmente essa atividade pesqueira, já que o acesso ao rio Xingu estará totalmente impedido, tanto para os pescadores e empresas, quanto para os peixes, “de modo que qualquer alteração ou intervenção nas áreas do médio Xingu afeta diretamente a continuidade da atividade dos pescadores”, diz o advogado.
“É sabido, público e notório que, para a construção civil da obra, será necessário desviar o curso do rio, utilizar explosivos, fazer concretagem, diminuir a vazão do leito do rio, entre outros fatores que, em suma, irá provocar a real expropriação da atividade de pesca ornamental exercida pelas empresas. É por isso que o Consórcio Norte Energia deve promover o justo e prévio pagamento a essas empresas”, afirma.
Na avaliação feita pela associação, com o início das atividades de construção, e por consequência a alteração do leito do rio, todas as espécies deixarão de ‘subir’ o rio Xingu. Além disso, os próprios pescadores não poderão transitar no curso do rio livremente para exercer diariamente suas atividades. As empresas estimam em uma diminuição de 90% da área de atuação das pesqueiras.
Numa reunião feita no dia 16 de março em Altamira com representantes da Norte Energia, as empresas de pesca ouviram o consórcio dizer que desconhecia a atividade exercida naquele trecho do rio Xingu, mas que dariam encaminhamento à demanda da reunião. De lá para cá não houve mais retorno.
A ação foi impetrada em nome da Associação dos Criadores e Exportadores de Peixes Ornamentais de Altamira (Acepoat). Chamada de ‘ação cautelar de produção de prova antecipada com pedido de liminar’, a iniciativa judicial partiu da constatação de que há dúvidas sérias a respeito da sobrevivência desse tipo de atividade comercial, voltada primordialmente para a exportação. Isso porque a atividade desenvolvida pelas empresas é exercida somente no rio Xingu.
“A prática dessa atividade de pesca ornamental no rio Xingu é exclusiva nesse trecho do rio, devido às condições de fauna, flora e espécies de peixes existentes no médio Xingu”, diz o advogado Gabriel Granado, que representa a associação.
“No rio Xingu não existe outro local de pesca ornamental, seja no estado do Pará, seja no estado do Mato Grosso. Trata-se de uma pesca muito específica, seletiva e realizada com técnicas de predação pouco conhecidas cientificamente, mas existentes em algumas localidades, levada a cabo por produtores autônomos, empregando força familiar ou do grupo de vizinhança e cuja produção destina-se, principalmente, ao mercado internacional”, explicou Granado no texto da ação.
ALERTA
É uma atividade que remonta a gerações. O local da pesca de peixes ornamentais começa três quilômetros a partir da saída de Altamira, encontrando-se com a Reserva Ambiental e indo até a cidade de Vitória do Xingu, a aproximadamente 180 km na jusante do rio (abaixo).
Desde 2009, a Acepoat alerta sobre os riscos da hidrelétrica. Um estudo feito naquele ano diz que “outro problema detectado pelos pescadores, que pode afetar e interferir nas condições de trabalho, é o possível represamento do rio Xingu com a construção do Complexo Hidrelétrico de Belo Monte, projeto do governo federal, o qual prevê a construção de barragens ao longo dessa bacia hidrográfica”. Um exemplo disso seria a espécie ‘acari zebra’, que só existe na região do rio Xingu e que estaria seriamente ameaçada de extinção.
O documento revela que o início dos trabalhos para construção da hidrelétrica nos sítios de Pimental e Belo Monte iria paralisar totalmente essa atividade pesqueira, já que o acesso ao rio Xingu estará totalmente impedido, tanto para os pescadores e empresas, quanto para os peixes, “de modo que qualquer alteração ou intervenção nas áreas do médio Xingu afeta diretamente a continuidade da atividade dos pescadores”, diz o advogado.
“É sabido, público e notório que, para a construção civil da obra, será necessário desviar o curso do rio, utilizar explosivos, fazer concretagem, diminuir a vazão do leito do rio, entre outros fatores que, em suma, irá provocar a real expropriação da atividade de pesca ornamental exercida pelas empresas. É por isso que o Consórcio Norte Energia deve promover o justo e prévio pagamento a essas empresas”, afirma.
Na avaliação feita pela associação, com o início das atividades de construção, e por consequência a alteração do leito do rio, todas as espécies deixarão de ‘subir’ o rio Xingu. Além disso, os próprios pescadores não poderão transitar no curso do rio livremente para exercer diariamente suas atividades. As empresas estimam em uma diminuição de 90% da área de atuação das pesqueiras.
Numa reunião feita no dia 16 de março em Altamira com representantes da Norte Energia, as empresas de pesca ouviram o consórcio dizer que desconhecia a atividade exercida naquele trecho do rio Xingu, mas que dariam encaminhamento à demanda da reunião. De lá para cá não houve mais retorno.
Fonte: Diário do Pará
domingo, 18 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
RJ: 140 peixes e 9 canários são apreendidos em feira livre
Na manhã deste sábado, foram apreendidos 140 peixes ornamentais e nove canários belgas, que estavam sendo comercializados irregularmente em uma feira livre em Honório Gurgel, zona norte do Rio de Janeiro.
Os peixes foram encaminhados ao Zoológico da cidade, enquanto que as aves foram levadas ao Centro de Triagem de Zoonoses, no bairro de Santa Cruz.
A operação chamada Choque de Ordem, que contou com uma ação coordenada de agentes da Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop), guardas municipais, Polícia Militar, Secretaria do Meio Ambiente e a Vigilância Sanitária, apreendeu ainda 2 mil mídias piratas, e mercadorias de ambulantes irregulares, como ferramentas, roupas e DVDs.
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Fonte: Terra quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Manaus: Peixes do espelho d'água do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes são retirados
Manaus - Os peixes do espelho d'água que fica localizado em frente ao terminal de passageiro do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, foram retirados na manhã desta quinta-feira, dia 15. Nesta primeira fase, a ação de captura obteve 500 quilos de peixes da espécie tambaqui, curimatã e carpa.
O espelho d'água foi construído há 16 anos por meio de uma parceria entre a Administração do Aeroporto Eduardo Gomes, a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e uma empresa especializada em pesquisa sobre a qualidade da água.
Todos os peixes que foram retirados serão doados a instituições de assistência social de Manaus, entre elas a Fundação Dr. Thomas, Abrigo São Vicente de Paula, Fazenda da Esperança e Projeto Eco-Recicla.
Os quelônios (tartarugas e tracajás), porém, continuam nos tanques. O Ibama ficará com a responsabilidade sobre os animais que deverão ser devolvidos para dois aquaterrários previstos no projeto do novo aeroporto. A captura está programada para os próximos meses.
A despesca faz parte da preparação para o início das obras do complexo aeroportuário que dobrará o seu tamanho. O terminal de passageiros 1 passará de 43 mil para 97,2 mil metros quadrados.
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Fonte: D24am
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Enguia entra pela uretra de chinês e vai parar em sua bexiga
O chinês Zhang Nan precisou passar por uma cirurgia para retirar uma enguia de sua bexiga. De acordo com os médicos que participaram do procedimento, o anfíbio se contorceu através de seu pênis, passando pela uretra e se alojando na bexiga do paciente.
Segundo reportagem do site do jornal Metro, Zhang tomava banho com enguias, com o objetivo de que elas comessem a pele morta de seu corpo. O tratamento em questão comum em spas populares de Londres. Por achar que as enguias o fariam ficar dez anos mais jovem, Nan mergulhou na água onde várias delas nadavam.
Algum tempo depois, quando ainda estava na banheira de hidromassagem, Nan sentiu uma dor aguda e percebeu que uma pequena enguia estava fazendo caminho por sua uretra até sua bexiga. "Eu entrei no banho pude sentir as enguias mordiscando meu corpo. Mas de repente senti uma dor forte e percebi que uma enguia pequena tinha entrado por meu pênis", contou o chinês, de 56 anos. "Tentei segurá-la e tirá-la de lá, mas a enguia era muito escorregadio".
Levado para o hospital, Zhan passou por uma cirurgia de três horas de duração para remover a enguia de seis polegadas, que foi morta pelos médicos.
Um dos cirurgiões de Zhan contou que, por causa da natureza escorregadia da enguia, ela foi capaz de fazer uma entrada suave pelo órgão genital do chinês. "O diâmetro da uretra no pênis de um homem é apenas um pouco mais estreito, mas como as enguias são bastante escorregadias, seu corpo trabalha como um lubrificante e assim ela entrou no pênis sem problemas", contou.
Segundo reportagem do site do jornal Metro, Zhang tomava banho com enguias, com o objetivo de que elas comessem a pele morta de seu corpo. O tratamento em questão comum em spas populares de Londres. Por achar que as enguias o fariam ficar dez anos mais jovem, Nan mergulhou na água onde várias delas nadavam.
Algum tempo depois, quando ainda estava na banheira de hidromassagem, Nan sentiu uma dor aguda e percebeu que uma pequena enguia estava fazendo caminho por sua uretra até sua bexiga. "Eu entrei no banho pude sentir as enguias mordiscando meu corpo. Mas de repente senti uma dor forte e percebi que uma enguia pequena tinha entrado por meu pênis", contou o chinês, de 56 anos. "Tentei segurá-la e tirá-la de lá, mas a enguia era muito escorregadio".
Levado para o hospital, Zhan passou por uma cirurgia de três horas de duração para remover a enguia de seis polegadas, que foi morta pelos médicos.
Um dos cirurgiões de Zhan contou que, por causa da natureza escorregadia da enguia, ela foi capaz de fazer uma entrada suave pelo órgão genital do chinês. "O diâmetro da uretra no pênis de um homem é apenas um pouco mais estreito, mas como as enguias são bastante escorregadias, seu corpo trabalha como um lubrificante e assim ela entrou no pênis sem problemas", contou.
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Fonte: O Dia OnLine
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
Cuiabá: Não vendam o Aquário do Porto
O prefeito de Cuiabá estaria interessado em vender duas ruas, terceirizar as avenidas de Cuiabá, dotando-as de pedágios e vender o Aquário Municipal do bairro do Porto, edificado pelo ex-prefeito Roberto França. O Aquário Municipal Justino Malheiros, localizado no museu do Rio, no bairro do Porto é considerado um cartão postal de Cuiabá. Atenção aquaristas do Brasil e em especial, povo de Cuiabá, não podemos deixar que isso aconteça, ligue para o número 0800 645 0156 e proteste contra essa atitude totalmente arbitrária e capitalista!!!!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Empresa fatura vendendo água-viva de estimação
PEQUENAS EMPRESAS, GRANDES NEGÓCIOS - Na lista de animais de estimação esquisitos, as novidades não são mais as cobras e iguanas, mas sim as águas-vivas. Seres gelatinosos, causadores de queimaduras, elas estão sendo criadas mais pelo valor estético que pela capacidade de fazer companhia a seus donos. Nadando em aquários iluminados, as águas-vivas adornam uma sala tão bem como um quadro ou uma lâmpada colorida. É o que acredita o empreendedor americano Alex Andon, cuja empresa Jellyfish Art (Arte de água-viva, em uma tradução livre) faturou US$ 250 mil em 2010 vendendo aquários e águas-vivas.
Apesar de ter um negócio em um nicho praticamente sem concorrência, Andon tem uma história de empreendedorismo por necessidade. Em 2007, ele foi demitido de uma indústria de bioquímica e passou meses procurando emprego. Era o início da recessão que culminou na crise internacional e não havia trabalho para um jovem recém-formado em biologia marinha. Foi quando ele visitou o parque aquático da baía de Monterey, na Califórnia. “Percebi como os tanques de água-viva eram muito populares”.
Depois de uma breve pesquisa, Andon constatou que não havia nenhuma empresa que vendesse os animais para a população comum. Ele investiu US$ 50 mil e já no primeiro ano teve o retorno. Segundo ele, seu crescimento dobra a cada trimestre. Sua empresa já se tornou famosa na região de São Francisco, no norte da Califórnia, onde ele também administra uma rede de aquários gigantes em hotéis e restaurantes.
A ideia para o negócio de Andon não é tão simples como parece. Animais frágeis, as águas-vivas se liquefazem, literalmente, se colocadas em aquários não apropriados. Elas não possuem ossos e 95% do seu corpo é composto por água. Em um tanque comum, elas são sugadas pelos filtros e despedaçadas. Para não se dissolverem, é preciso haver um conjunto de mecanismos que espirre um jato de água na direção contrária todas as vezes que o animal passar por perto do filtro. Além disso, são animais que se alimentam de plânctons – inviável para quem cria uma água-viva em cativeiro. Por isso, Andon está criando algas e as congelando para vender aos clientes como alimento para seus mascotes.
Além dos animais, das algas e dos aquários adaptados, Andon também vende luzes de LED para iluminar os aquários. Quando refletidas, as águas-vivas mudam de cor e formam um mosaico psicodélico. Para complementar a cena, são oferecidos diversos acessórios decorativos. Alguns, inclusive, se mexem e respiram, como caramujos e caranguejos. Para os interessados, no site da empresa um aquário simples sai por US$ 249 (R$ 412), e as águas-vivas variam de US$ 39 a US$ 55 (de R$ 64 a R$ 91). Não há vendas para o Brasil.
Apesar de ter um negócio em um nicho praticamente sem concorrência, Andon tem uma história de empreendedorismo por necessidade. Em 2007, ele foi demitido de uma indústria de bioquímica e passou meses procurando emprego. Era o início da recessão que culminou na crise internacional e não havia trabalho para um jovem recém-formado em biologia marinha. Foi quando ele visitou o parque aquático da baía de Monterey, na Califórnia. “Percebi como os tanques de água-viva eram muito populares”.
Depois de uma breve pesquisa, Andon constatou que não havia nenhuma empresa que vendesse os animais para a população comum. Ele investiu US$ 50 mil e já no primeiro ano teve o retorno. Segundo ele, seu crescimento dobra a cada trimestre. Sua empresa já se tornou famosa na região de São Francisco, no norte da Califórnia, onde ele também administra uma rede de aquários gigantes em hotéis e restaurantes.
A ideia para o negócio de Andon não é tão simples como parece. Animais frágeis, as águas-vivas se liquefazem, literalmente, se colocadas em aquários não apropriados. Elas não possuem ossos e 95% do seu corpo é composto por água. Em um tanque comum, elas são sugadas pelos filtros e despedaçadas. Para não se dissolverem, é preciso haver um conjunto de mecanismos que espirre um jato de água na direção contrária todas as vezes que o animal passar por perto do filtro. Além disso, são animais que se alimentam de plânctons – inviável para quem cria uma água-viva em cativeiro. Por isso, Andon está criando algas e as congelando para vender aos clientes como alimento para seus mascotes.
Além dos animais, das algas e dos aquários adaptados, Andon também vende luzes de LED para iluminar os aquários. Quando refletidas, as águas-vivas mudam de cor e formam um mosaico psicodélico. Para complementar a cena, são oferecidos diversos acessórios decorativos. Alguns, inclusive, se mexem e respiram, como caramujos e caranguejos. Para os interessados, no site da empresa um aquário simples sai por US$ 249 (R$ 412), e as águas-vivas variam de US$ 39 a US$ 55 (de R$ 64 a R$ 91). Não há vendas para o Brasil.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Filhotes de tubarão são resgatados na Tailândia
Ativistas resgatam filhotes de tubarão de aquários de restaurantes e devolvem os animais para o fundo do mar.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Independência do Brasil
Salve nosso tão amado e problemático Brasil, um país lindo e rico em todos os sentidos, que infelizmente é mal administrado por nossos governantes, 07 de setembro, dia da Independência do Brasil!!!! Bom feriado a todos!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Pinheirinho
Nome científico: Myriophyllum aquaticum
Familia: Haloragaceae (Halorragáceas)
Origem: América do Sul
Iluminação: 0.6W/L pH: 6.0 a 7.5
Temperatura: 26ºC à 30ºC
Tamanho: 15 a 30 cm
Layout: Fundo
Manutenção: Média
A Myriophyllum aquaticum, popularmente chamada de "Pinheirinho", é uma planta que deve ser colocada no fundo do aquário, a iluminação é determinante para o seu bom desenvolvimento, deve ser de qualidade, se adapta melhor a um pH ácido e temperaturas elevadas, necessita de podas constantes, na natureza é considerada uma praga devido ao seu rápido crescimento e desenvolvimento, é importante a presença de um substrato fértil, injeção de Co2 não é uma exigência.
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Fonte: Vitória Reef
Marcadores:
aquario plantas,
Myriophyllum aquaticum,
pinheirinho
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Novas espécies de peixes
A expedição Guariba-Roosevelt, que percorreu quatro unidades de conservação no Noroeste do Mato Grosso, pode ter trazido à luz quatro novas espécies de peixes. A região abriga os últimos remanescentes de floresta do Estado, que hoje é um dos campeões no crescimento do desmatamento, segundo dados do próprio governo federal.
A descoberta das quatro espécies de peixes foi realizada em rios de cabeceira. Os animais que mais chamaram a atenção dos pesquisadores durante os trabalhos em campo foram um lambari pescado numa região de campinarana (áreas de campos amazônicos), próxima ao Rio Roosevelt, e um bagre coletado nas imediações do Rio Madeirinha. O que leva os pesquisadores a crer que são espécies novas são suas características físicas. “Essas espécies indicam um alto endemismo na região, o que pode nos ajudar a compreender o padrão de evolução das espécies na área. E também levantar hipóteses sobre o que pode estar fazendo algumas dos peixes coletados estarem desaparecendo e ameaçados de extinção”, diz James Machado, um dos biólogos responsáveis pela coleta e pelos estudos que comprovam a descoberta – feita em parceria com os pesquisadores SolangeArrolho, da Universidade Estadual de Mato Grosso, e Rosalvo Rosa Duarte do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBIO) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
Os peixes coletados foram levados aos laboratórios da Unemat, em Alta Floresta, a 830 quilômetros da capital Cuiabá. Lá, estudos mais detalhados vão comprovar se são de fato novas espécies. A pesca ilegal e os garimpos foram as principais ameaças à biodiversidade encontradas na região. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Mato Grosso chegou a fazer uma autuação na área durante a expedição. “Apesar disso, ainda constatamos que muitas das áreas permanecem intactas, apesar da proximidade e da facilidade de acesso pelas cidades no entorno”, diz Machado.
“Todas essas descobertas indicam a grande biodiversidade que ainda há para ser descoberta na região”, afirma também Mauro Armelin, diretor do Programa Amazônia do WWF-Brasil. ‘”São muito raras para a ciência essas novas descobertas, mas acredito que isso ocorra pela escassez de pesquisas. Perdemos a chance de conhecer espécies antes mesmo que estas desapareçam pelo desmatamento”. O último levantamento de fauna e flora que ocorreu na região foi nas décadas de 1970 e 80. “São regiões pouco estudadas. A grande maioria dos levantamentos de ictiofauna hoje acontece em grandes rios, ou no mar”, afirma Machado. O primeiro levantamento científico na região aconteceu quase cem anos atrás. A expedição foi coordenada pelo marechal Cândido Rondon e pelo ex-presidente americano Theodore Roosevelt, entre 1913 e 1914. Eles foram responsáveis pelo mapeamento do rio batizado em homenagem a Roosevelt. Muitos animais coletados na região fazem parte hoje da coleção científica do Museu Smithsonian, em Washington, nos EUA.
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Fonte: EPTV - Terra da Gente
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
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