domingo, 12 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Decifrado genoma de peixe-zebra, chave para estudo genético
EXAME - Cientistas decifraram o genoma
do peixe-zebra ('Danio rerio'), um "organismo modelo" comumente usado
nos laboratórios para estudar as doenças humanas, e descobriram que 70%
dos genes deste pequeno peixe têm seu equivalente nos nossos.
Este genoma é o maior decifrado até agora (26.000 genes codificados) e
foi sequenciado com tanta precisão "que realmente podemos fazer
comparações diretas entre os seres humanos e os genes do peixe-zebra",
explicou Derek Stemple, geneticista do Wellcome Trust Sanger Institute
de Cambridge (Reino Unido).
"Sei que pode parecer estranho estudar o peixe-zebra, especialmente se
estamos interessados nos genes associados às doenças humanas (...) Seu
genoma é muito similar ao dos humanos, 70% dos genes humanos têm um
homólogo no peixe-zebra" e se nos concentrarmos unicamente nos genes
associados às doenças humanas, a proporção chega a 84%, acrescentou o
cientista, que chefiou dois estudos publicados esta quarta-feira na
revista britânica Nature.
"Por exemplo, a principal causa de distrofia muscular (nr: miopatias
genéticas hereditárias) no ser humano reside nas mutações de um gene
chamado distrofina, e os peixes-zebra têm um gene distrofina. É muito
similar. E as mutações do gene distrofina nos peixes-zebra também
provocam neles a distrofia muscular", destacou Derek Stemple em vídeo
exibido na Nature para acompanhar estes estudos.
"A ideia é usar um organismo modelo como o peixe-zebra para tentar ver
exatamente o que estes genes fazem (...), revisar cada gene do genoma e
ver o que provoca no peixe uma perda de função", disse Ross
Kettleborough, que trabalhou na decodificação.
Segundo os cientistas, como os genes do peixe-zebra são muito
semelhantes aos nossos, isso melhoraria consideravelmente nosso
conhecimento sobre biologia humana.
"Até o momento, identificamos as variações (mutações) de cerca de 40%
dos genes do peixe-zebra e descrevemos os efeitos dessas variações em
1.200 genes", informou Elisabeth Busch-Nentwich, co-autora do estudo.
"Uma vez identificadas essas variações, estudamos as mudanças que
provocam, descrevemos essas mudanças e as introduzimos na base de dados"
à qual cientistas de todo o mundo têm acesso livre, explicou.
Os peixes-zebra são usados há muito tempo como modelos para o estudo de
doenças humanas, especialmente porque são fáceis de criar em grande
número no laboratório.
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Fonte: EXAME
sábado, 6 de abril de 2013
Aniversário de 6 anos do Blog
"Parabéns a você... nesta data querida...", olá pessoal, hoje o blog AquariofiliaBR completa 6 anos de vida, são mais de 1400 posts, mais de 500 mil acessos, só tenho a agradecer a todos que nos acompanharam durante todos esses anos, a todos os emails enviados, comentários, elogios e críticas, aos nossos parceiros, enfim, muito obrigado mesmo, espero que continuem com o blog por muitos outros anos!! Abraço a todos!!!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Peixes aparecem mortos em canais da Barra da Tijuca, no Rio
Vários peixes apareceram mortos entre os canais de Marapendi e da
Joatinga, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, nesta sexta-feira
(5), como mostrou o RJTV. Os animais eram das espécies tainha, bagre e
tilápia que, segundo o biólogo Mário Moscatelli, teriam morrido por
falta de oxigênio na água – uma consequência do despejo de esgoto.
O Instituto estadual do Ambiente (Inea) informou que a chuva carrega
muito material orgânico para a lagoa. Ainda de acordo com o órgão, o
nível de oxigênio foi medido na quinta-feira (4) e, de fato, estava bem
abaixo do normal.
Problema frequente
No dia 14 de março, a Comlurb recolheu 65 toneladas de peixes mortos na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul.
A mortandade foi causada por aumento de material orgânico na lagoa,
provocado, por sua vez, pela chuva, segundo a Prefeitura do Rio e o
Governo do Estado.
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Fonte: Globo.com
quinta-feira, 4 de abril de 2013
domingo, 24 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Rio conclui retirada de peixes mortos da Lagoa Rodrigo de Freitas
Jornal do Brasil - A Secretaria de Meio Ambiente e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana
(Comlurb) concluíram o trabalho de limpeza da Lagoa Rodrigo de Freitas,
na zona sul carioca, após a mortandade de 72 toneladas de peixes,
iniciada na última terça-feira (12). A baixa oxigenação da água levou à
mortandade de peixes, a maioria formada por savelas e sardinhas, mas
também havia peixes nobres como robalos, linguados, corvinas e paratis -
alguns deles com até 4 quilos.
Para
o biólogo Mário Moscatelli, o problema pode ter sido provocado por
problemas climáticos, devido à chuva que atingiu o Rio de Janeiro, ou
por algum despejo irregular de esgoto.
Segundo
Moscatelli, como a oxigenação da água da Lagoa Rodrigo de Freitas é
monitorada frequentemente pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente,
poderia ter sido adotado um plano de contingenciamento,que consistiria
no recolhimento do peixe vivo do espelho d'água para uma destinação mais
nobre, que não o aterro sanitário. "Como 90% do peixe retirado da lagoa
é formado por savelhas que não têm grande apelo comercial, o peixe poderia ter tido outro destino, como farinha, adubo, ração, diferente do o lixo", disse.
Moscatelli
disse que o ecossistema da Lagoa Rodrigo de Freitas é frágil e, além de
ser cercado por uma malha urbana em seu entorno, ainda existem os
fatores climáticos e o despejo irregular de esgoto que pode provocar à
mortandade de peixes.
Essa é a segunda maior mortandade de peixes na lagoa. Em 2010, mais de 100 toneladas de peixes mortos foram retirados da água.
A Comlurb manteve neste domingo, no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas, uma equipe
normal de varrição e no espelho d'água há um catamarã em caso de
aparição de peixes mortos junto à vegetação de restinga. A companhia
também não está mais lançando essência de eucalipto no entorno do
parque, porque o cheiro forte de peixe morto, desapareceu.
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Fonte: Jornal do Brasil
sexta-feira, 15 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
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