domingo, 25 de janeiro de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Pérolas do Instagram


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Peixe passa por cirurgia para retirada de tumor em universidade do RS

Peixe passa por cirurgia para retirada de tumor no RS (Foto: Gelsoli Casagrande/Divulgação)
G1 - O Hospital Veterinário da Universidade de Passo Fundo(UPF), no Norte do Rio Grande do Sul, realizou um procedimento incomum na semana passada: a retirada de tumor de um peixe. O paciente foi um goldfish, também conhecido como peixinho dourado, de oito anos de idade. O procedimento foi realizado no dia 15 de janeiro e envolveu uma equipe de nove profissionais. Segundo professora do curso de medicina veterinária e responsável pela equipe, Michelli de Ataide, a cirurgia realizada no peixe não é inédita, mas também não é comum.
Peixe passa por cirurgia para retirada de tumor no RS (Foto: Gelsoli Casagrande/Divulgação)
Procedimento envolveu nove profissionais
(Foto: Gelsoli Casagrande/Divulgação)
“São poucos locais que conseguem fazer um procedimento assim, pela complexidade que tem um procedimento cirúrgico e anestésico de peixes, ainda mais desse tamanho, bem como pela exigência de apurado e específico conhecimento da espécie, farmacologia, anatomia, fisiologia, anestesia e cirurgia”, disse.
Como o peixe depende da água para receber oxigênio, a equipe precisou entubá-lo para permitir a cirurgia. Além disso, o anestésico foi aplicado por meio da água de um tanque, onde ele ficou antes de iniciar o procedimento. Para evitar que o peixe sentisse dor, um analgésico foi aplicado no local da cirurgia. Com o pequeno paciente anestesiado, o cirurgião fez a remoção do tumor sem que tivesse riscos de hemorragia. A cirurgia foi considera um sucesso pelos veterinários. Após a operação, o animal recebeu água sem anestésico para que pudesse acordar, o que demorou cerca de sete minutos. Agora, os cuidados do grupo responsável pelo tratamento são para evitar que o tumor volte a se desenvolver. Para isso, será utilizado um quimioterápico.“ “É nossa responsabilidade assegurar o melhor tratamento e o bem-estar de qualquer espécie animal”, afirmou Michelli. “Independente de ser um peixe, ele sente dor, necessidade de cuidados básicos e cuidados médicos quando necessário. Quem possui um peixe como animal de estimação necessita ter essa percepção e procurar ajuda de especialistas”, acrescentou a veterinária.
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Fonte:
Globo - G1/RS

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Feliz 2015


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Governo fixa teto para ingresso do Aquário do Pantanal: R$ 30,80

Aquário deverá abrir as portas para visitação em dezembro (Foto: Marcelo Calazans)

Campo Grande News - Com previsão de abrir as portas em dezembro, o Aquário do Pantanal terá custo mensal entre R$ 400 mil a R$ 500 mil e o ingresso não poderá passar de R$ 30,80...

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Como criar camarão-de-água-doce

como_criar_camarão-de-salmoura (Foto: Fábio Rosa Sussel/ Divulgação)

REVISTA GLOBO RURAL - Aquicultores brasileiros têm na criação de camarão-de-água-doce uma opção para realizar o manejo do crustáceo em qualquer lugar país adentro. Sem se limitar à costa litorânea, a prática em tanques escavados permite a pulverização da atividade pelo interior do território nacional, reduzindo custos logísticos e obtendo preços mais competitivos para as vendas do produto no comércio local...



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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Médico remove tumor cerebral de George, um peixe de estimação


O Último Blog - Retirar um tumor do cérebro é um procedimento delicado para qualquer médico. Imagina então se o paciente for um peixe de estimação. A cirurgia foi realizada pelo veterinário Tristan Rich, no hospital Lort Smith Animal, na cidade australiana Victoria. Segundo o médico, um cano inserido na boca do peixe manteve as brânquias molhadas durante a operação. 

Para o alívio do nosso querido George, o tumor foi removido com sucesso e ele voltou para a casa (e o aquário) da família onde viveu os últimos 10 anos.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Manejo de peixes ornamentais é discutido na Reserva Amanã

O 3º Intercâmbio entre Manejadores de Peixes Ornamentais, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã, no Amazonas, permitiu compartilhar as experiências já desenvolvidas, expondo desafios e identificando gargalos para a atividade. Participaram do encontro manejadores das reservas Unini, Piagaçu-Purus e Amanã, além de pescadores que atuam no Lago Tefé, representantes de compradores e técnicos e pesquisadores do Instituto Mamirauá e do Instituto Piagaçú. "A ideia deste intercâmbio surgiu para que os grupos que desenvolvem a atividade não trabalhem isolados, buscando estratégias coletivas para contornar problemas comuns", conta o técnico do Programa de Manejo de Pesca do Instituto Mamirauá, Jovane Marinho. A atividade foi realizada de quarta-feira (3) a sábado (6). Marinho lembra que o primeiro intercâmbio aconteceu em 2011, na Reserva Extrativista do Rio Unini, com o objetivo de mostrar os benefícios do trabalho em grupo. "Achamos necessário nos reunir também em 2012, para tratarmos de um assunto muito delicado: a seleção dos peixes", observa. Esse encontro foi realizado na Reserva Piagaçú-Purus. "Os pescadores de lá foram os primeiros a dominarem estas técnicas de seleção e categorização dos peixes, tornando-se mais autônomos em relação aos compradores."  O acará-disco (Symphysodon aequifasciatus), por exemplo, é procurado no mercado exterior de aquarismo e pode ser do tipo comum, do tipo semi-royal e do tipo royal, conforme o padrão de seu colorido ou fantasia, a orientação de suas estrias ou pontilhados, além da cor de seus olhos, que precisam ser vermelhos. Essa classificação dos peixes implica valores distintos para a venda. Nesta terceira edição ocorreram apresentações de técnicos que assessoram o manejo e de pesquisadores que trabalham com o tema. Atividades práticas para a pesca de acará-disco também foram desenvolvidas. Uma galhada artificial, estrutura usada para atrair este peixe, foi montada, e a pesca foi realizada. Com alguns animais capturados foi possível fazer uma avaliação sobre a classificação conforme os padrões discutidos no intercâmbio anterior. Além de envolver quem já desenvolve a atividade, o intercâmbio é uma oportunidade para novos projetos. Elcimar Damasceno, da comunidade Água Branca, na Reserva Mamirauá – que ainda não realiza o manejo –, participou do encontro com esse intuito. "O peixe ornamental pode ser uma fonte de renda para a gente e por isso eu quis participar, para levar este conhecimento e esta troca de experiência para o meu setor, onde existe um grande potencial para manejar estes peixes ornamentais", diz.
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Fixadas novas regras de captura de organismos aquáticos

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) estabeleceu critérios e procedimentos para concessão de autorização de captura de exemplares selvagens de organismos aquáticos. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (13), tem como objetivo constituir plantel de reprodutores em empreendimentos de aquicultura. Com a decisão, fica facultado ao aquicultor capturar espécimes de organismos aquáticos para fins de formação de plantéis em empreendimentos de aquicultura. Para isso, ele depende da Autorização de Coleta, Captura e Transporte de Organismos Aquáticos Vivos, a ser expedida pela Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura (SEMOC), do Ministério da Pesca e Aquicultura. Caso o coletor não seja o próprio aquicultor, fica facultada a captura por funcionário vinculado ao quadro corporativo, o que será comprovado mediante a apresentação da Relação Anual de In- formações Sociais (RAIS). A decisão ainda alerta que o MPA não autorizará a captura de organismos aquáticos vivos constantes de listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção.Para saber mais sobre o procedimento para a autorização, confira a decisão completa no DOU.
Comercialização
Em outra portaria do Diário Oficial da União desta quarta (13), o Ministério da Pesca e Aquicultura tratou sobre a licença de empresa que comercializa organismos aquáticos vivos. A decisão estabelece normas e procedimentos para a  inscrição e licenciamento de pessoa física ou jurídica no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), na categoria de Empresa que comercializa organismos aquáticos vivos. A medida define a comercialização de organismos aquáticos para fins de ornamentação e de aquariofilia fora de estabelecimentos comerciais legalmente instituídos para esta finalidade, como feiras, eventos e exposições terá restrições. A prática somente poderá ser realizada com a comprovação de inscrição da pessoa jurídica ou física comparada à jurídica no Registro Geral da Atividade Pesqueira, na categoria de Empresa que Comercializa de Organismos Aquáticos Vivos. A licença para a comercialização será requerida junto à Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura (SFPA), na unidade da Federação na qual se localiza o empreendimento. A decisão completa pode ser vista no DOU.
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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Flazky's Picasso Clowns