quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Fixadas novas regras de captura de organismos aquáticos

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) estabeleceu critérios e procedimentos para concessão de autorização de captura de exemplares selvagens de organismos aquáticos. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (13), tem como objetivo constituir plantel de reprodutores em empreendimentos de aquicultura. Com a decisão, fica facultado ao aquicultor capturar espécimes de organismos aquáticos para fins de formação de plantéis em empreendimentos de aquicultura. Para isso, ele depende da Autorização de Coleta, Captura e Transporte de Organismos Aquáticos Vivos, a ser expedida pela Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura (SEMOC), do Ministério da Pesca e Aquicultura. Caso o coletor não seja o próprio aquicultor, fica facultada a captura por funcionário vinculado ao quadro corporativo, o que será comprovado mediante a apresentação da Relação Anual de In- formações Sociais (RAIS). A decisão ainda alerta que o MPA não autorizará a captura de organismos aquáticos vivos constantes de listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção.Para saber mais sobre o procedimento para a autorização, confira a decisão completa no DOU.
Comercialização
Em outra portaria do Diário Oficial da União desta quarta (13), o Ministério da Pesca e Aquicultura tratou sobre a licença de empresa que comercializa organismos aquáticos vivos. A decisão estabelece normas e procedimentos para a  inscrição e licenciamento de pessoa física ou jurídica no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), na categoria de Empresa que comercializa organismos aquáticos vivos. A medida define a comercialização de organismos aquáticos para fins de ornamentação e de aquariofilia fora de estabelecimentos comerciais legalmente instituídos para esta finalidade, como feiras, eventos e exposições terá restrições. A prática somente poderá ser realizada com a comprovação de inscrição da pessoa jurídica ou física comparada à jurídica no Registro Geral da Atividade Pesqueira, na categoria de Empresa que Comercializa de Organismos Aquáticos Vivos. A licença para a comercialização será requerida junto à Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura (SFPA), na unidade da Federação na qual se localiza o empreendimento. A decisão completa pode ser vista no DOU.
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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Flazky's Picasso Clowns

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

LFS Animal Ark Orem Utah

domingo, 10 de agosto de 2014

Feliz Dia dos Pais


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Bizarrice do dia: peixe joga Pokémon dentro de um aquário


Canaltech - Você já deve ter ouvido falar no Twitch Plays Pokémon. Se ainda não ouviu, trata-se de uma experiência onde os usuários do site de streaming Twitch jogaram o game Pokémon Red & Blue de forma cooperativa. No entanto, alguém resolveu levar essa ideia para um outro nível, no mínimo inusitado.
Com isso, nasceu o FishPlaysPokémon onde um peixe, em um aquário, joga o Pokémon original do Game Boy. Sim, é isso mesmo. Como o peixe não possui dedos para apertar os botões do videogame, o criador realizou algumas adaptações para que o peixe pudesse utilizar os comandos dos jogos.


O aquário onde o peixinho chamado Grayson Hopper está recebeu uma câmera e diversos sensores que apontam para onde ele está indo. Assim, cada direção para qual ele nada é correspondida a uma direção do jogo ou um botão do Game Boy, tornando possível, assim, a jogabilidade do game.
O que não é muito empolgante, apesar do desenvolvimento inteligente de seu criador, é que Hopper passa muito tempo na parte superior do aquário, o que faz com que o personagem do jogo não saia do canto de seu quarto. Contudo, o peixinho já conseguiu escolher o Charmander como seu pokémon inicial e o batizou de AAAABBK, além de ter derrotado o Squirtle em sua primeira batalha pokémon.
Se você achou sem graça ou perda de tempo, saiba que, apesar de Hopper passar boa parte do tempo no mesmo lugar, a transmissão de seus jogos é acompanhada por mais de 13 mil pessoas e possui aproximadamente 50 mil visualizações, com o canal recebendo 4 mil usuários inscritos.

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Fonte: Canaltech

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Licitação para construção do Aquário do Zoológico de Brasília é marcada para setembro


R7 - O processo de licitação para a construção do Aquário do Zoológico de Brasília (DF) está marcada para o dia 9 de setembro, às 10h, no auditório da instituição. Inicialmente marcado em 17 de julho, o processo foi adiado por causa de ajustes no edital. A construção do aquário, segundo o GDF (Governo do Distrito Federal), será por meio de concessão pública — contrato entre a Administração Pública e uma empresa particular — e parte do lucro será revertido em investimentos no espaço. 
— Teremos um atrativo turístico diferenciado, aumentaremos a renda e, ainda, vamos potencializar a educação ambiental e os estudos científicos, beneficiando toda a população, disse o diretor-presidente, José Belarmino da Gama Filho. De acordo com o Zoológico, o aquário terá espécies de peixes de todas as bacias hidrográficas brasileiras e também de espécies do mar, como arraias e tubarões.
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Fonte: R7

terça-feira, 5 de agosto de 2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Peixe ornamental de beleza rara tem sido exportado de maneira ilegal na Amazônia


Acrítica UOL - O Amazonas está sendo usado por traficantes internacionais de peixes ornamentais como a principal rota para o comércio ilegal do hypancistrus zebra, espécie de peixe mais conhecida como cascudo zebra, encontrado no rio Xingú, no Pará. O peixe está em extinção e a comercialização dele é proibida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Apenas um exemplar do cascudo pode variar entre R$ 1 mil e R$ 2 mil reais, o que rende alto lucro aos traficantes no mercado negro. Ele é muito cobiçado por criadores em vários países por ser considerado um dos peixes cascudos mais bonitos e raros da bacia Amazônica. Segundo o chefe de fiscalização do Ibama, Geandro Pantoja, o Amazonas se consolidou nos últimos anos como uma das principais rotas internacionais de tráfico de peixes sendo cada vez mais frequentes flagrantes de pessoas transportando as espécies. Relatos da prática ilícita, no interior e na capital, são antigos, mas foi na última década, segundo o Ibama, que o problema se agravou no Estado. Somente nos últimos quatro meses, cinco mulas, pessoas que são aliciadas por traficantes e recebem dinheiro para transportar os peixes, foram presas no aeroporto internacional de Manaus Eduardo Gomes tentando embarcar com centenas de exemplares do hypancistrus zebra. O tráfico de peixes cresceu exponencialmente, de acordo com Geandro Pantoja, porque o interesse de comerciantes internacionais de peixes, no mercado negro, também aumentou. O principal alvo é hypancistrus zebra e enquanto traficantes lucram milhares de reais revendendo o peixe para o exterior, o pescador ornamental ganha menos de R$ 2 por unidade capturada no esquema ilegal em rios da região.
Encomenda
Os traficantes recebem a encomenda ou oferecem as espécies ao comprador e encaminham o pedido a pescadores contratados na Amazônia. Os peixes são colocados em dois sacos plásticos para serem transportados em malas comuns de viagem. O primeiro é lacrado com água, além de oxigênio e um exemplar do peixe. O saco é colocado dentro de outro que também recebe oxigênio antes de ser lacrado. O procedimento é feito para manter o peixe vivo caso o primeiro saco plástico se rompa, seja pela movimentação da mala ou pela pressurização do avião. O Amazonas é estratégico para os traficantes devido à fronteira com o Peru e Colômbia, na tríplice fronteira. Além do tráfico de peixes ornamentais, com origem em Barcelos e São Paulo de Olivença, no interior do Amazonas, a rota mais preocupante e usada atualmente no esquema parte de Altamira, no Pará, tem escala em Manaus e depois segue para Tabatinga e, finalmente, Colômbia, de onde os peixes são exportados para o resto do mundo. Um dos problemas, segundo o Ibama, é que as malas com peixes passam pelo processo de embarque e chegam a Manaus quando deveriam ser detectadas no local de origem. As mulas têm sido flagradas cada vez mais nos aeroportos de Manaus porque têm as malas submetidas ao aparelho de raio X e são imediatamente procuradas e detidas pelo Ibama e Polícia Federal. O transporte aéreo é usado no tráfico de peixes pela rapidez no deslocamento entre uma cidade e outra. Porém, existe um número indefinido de rotas de tráfico pelos rios do Estado.
Cinco vezes neste ano
As últimas cinco apreensões de peixes ornamentais no aeroporto internacional de Manaus Eduardo Gomes foram de hypancistrus zebra. Todas tiveram como ponto de partida Altamira no Pará e tinham a Colômbia como destino final. No dia 25 de junho, por exemplo, uma mulher foi presa pela Polícia Federal com 268 hypancistrus zebra. Ela partiu de Altamira/PA e iria para Tabatinga. A mesma história contada por ela à polícia e ao Ibama foi contada por Leandro Rocha, na última quarta-feira. Ele também partiu do município paraense e foi preso com 161 hypancistrus zebra. De acordo com o agente ambiental federal Salomão Santos, os líderes do tráfico tomam uma série de cuidados para não aparecer. Eles abordam pessoas que atendam um perfil especifico e preferem as que estão desempregadas e precisando de dinheiro. Elas são informadas do conteúdo das malas, mas aceitam devido ao dinheiro que recebem. O valor de R$ 200 ou R$ 400 é pequeno comparado ao risco de prisão. Em números: R$ 100mil É o valor que pode chegar a multa aplicada a traficantes de peixes ornamentais. O valor parte de R$ 700, conforme o artigo 35 do decreto 6.514/2008, que pune a captura de peixes em período ou local de pesca proibida.
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domingo, 3 de agosto de 2014

Peixe que come corais causa polêmica científica


BBC BRASIL - Não é fácil a vida do desajeitado e dentuço peixe bolbometopon (Bolbometopon muricatum). Ele é, de longe, a maior das espécies de peixe-papagaio do Oceano Pacífico. Como prato principal, é claro.Para completar, pesando até 45kg, costuma marcar presença em aniversários e casamentos da região. O momento de consolo do Bolbometopon poderia ser a hora do lanche, quando saboreia bancos de corais. O problema é que os petiscos prediletos desses inofensivos hermafroditas estão ameaçados de extinção.
Ameaças
O que fazer, então, quando uma espécie ameaçada é um risco para outra? "Eles se alimentam diretamente destes corais", afirmou o professor Douglas McCauley, da universidade da Califórnia Santa Bárbara, um dos maiores especialistas sobre bolbometopon. "Eles são suficientemente grandes para se chocar contra os corais, quebrar um pedaço e processar essas pedras vivas. E comem toneladas de coral vivo ao longo do ano. Realmente, reduzem a diversidade dos corais." Os corais já são ameaçados por fatores que vão do aquecimento e da acidificação das águas oceânicas ao desenvolvimento e exploração. Como se isso não bastasse, hordas de bolbometopons os devoram vorazmente. Mas os peixes-papagaio gigantes não são de todo maus para os delicados corais. "Os bolbometopons são um tanto displicentes quando comem. Quebram dezenas de pedaços que não chegam a comer. Acreditamos que essas partes, ainda vivas, funcionam como dispersão, de forma parecida a pássaros que se alimentam de frutas e dispersam as sementes."

'Elefantes dos corais'
Coral












O professor McCauley os classifica de "elefantes dos corais". A comparação com os conhecidos gigantes das savanas é mais do que apropriada, ele diz. Ambas foram listadas na mesma categoria de risco pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). Ambas têm impactos violentos sobre o meio ambiente, e nem sempre positivos. McCauley afirma que as preocupações sobre o futuro dos elefantes e de outros animais ameaçados levam biólogos a relutar na hora de dar destaque aos contras, em comparação com o que dão aos prós.
"Alguém poderia se aproveitar da manchete: peixes-papagaio gigantes ameaçam a biodiversidade. Ou elefantes reduzem as florestas. Só que isso pode ser perigoso." "Apesar das dificuldades, acho que a saída é tentar reportar de forma mais ampla, toda a complexidade da história", ele disse à BBC. Do ponto de vista da conservação, uma solução possível seria a criação de parques nacionais específicos na África e em outros locais. Mas, uma vez que as populações de elefantes se recuperam nestas áreas protegidas, elas podem virar uma ameaça a outras espécies e à biodiversidade.
Da mesma forma que com os bolbometopons, a pergunta é: como salvar a espécie sem destruir o valioso ecossistema no qual vivem?

Administração

A resposta é o que se chama de "administração de todo o ecossistema", a partir de uma visão mais abrangente do sistema e da compreensão das relações fundamentais entre as espécies. No caso dos peixes-papagaio gigantes, isso significa entender melhor o papel dos bancos de corais e de outras espécies, como tubarões. Os grandes predadores do mar podem controlar a população de bolbometopons e, de quebra, ajudam a preservar os corais. Este equilíbrio é possível se houver tubarões e peixes-papagaio gigantes em números suficientes, o que pode ser possibilitado pela criação de zonas de proteção marinhas. Mas para essas espécies, tamanho é documento. "Essas criaturas atravessam grandes distâncias, ecossistemas que simplesmente não funcionam quando reduzimos as suas áreas", explicou McCauley.

Aves de rapina
Evidentemente, separar grandes áreas tanto no mar quanto na terra é um enorme desafio. Outra solução seria levantar informações mais detalhadas de forma a sofisticar a proteção das áreas realmente críticas. Este é um dos objetivos do Banco de Dados de Aves de Rapina Africanas, gerenciado pela empresa galesa Habitat Info. Os especialistas criaram uma app de celular que auxilia pessoas na África a registrar detalhes de observações de abutres, gaviões e águias, carregando os detalhes em um banco de dados em tempo real. Até o momento, já foram registradas mais de 63 mil observações. Espécies de abutres na África já caíram até 98% em algumas regiões da África Ocidental. Com o projeto, espera-se poder identificar os "redutos de habitat" e inspirar crianças e comunidades a ajudar na conservação dos animais. Da mesma forma que com os bolbometopons do Pacífico, a preservação das aves de rapina africana também desempenha um importante papel na conservação da biodiversidade local, já que os animais são fundamentais para manter o equilíbrio dos ecossistemas.

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Fonte: BBC - BRASIL

sábado, 2 de agosto de 2014

Tanked

Na minha opinião este foi um dos melhores projetos já feitos pelo programa "Tanked", que passa no canal Animal Planet, no Brasil leva o nome de "Com Água até o Pescoço". Sensacional!