quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Médico remove tumor cerebral de George, um peixe de estimação


O Último Blog - Retirar um tumor do cérebro é um procedimento delicado para qualquer médico. Imagina então se o paciente for um peixe de estimação. A cirurgia foi realizada pelo veterinário Tristan Rich, no hospital Lort Smith Animal, na cidade australiana Victoria. Segundo o médico, um cano inserido na boca do peixe manteve as brânquias molhadas durante a operação. 

Para o alívio do nosso querido George, o tumor foi removido com sucesso e ele voltou para a casa (e o aquário) da família onde viveu os últimos 10 anos.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Manejo de peixes ornamentais é discutido na Reserva Amanã

O 3º Intercâmbio entre Manejadores de Peixes Ornamentais, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã, no Amazonas, permitiu compartilhar as experiências já desenvolvidas, expondo desafios e identificando gargalos para a atividade. Participaram do encontro manejadores das reservas Unini, Piagaçu-Purus e Amanã, além de pescadores que atuam no Lago Tefé, representantes de compradores e técnicos e pesquisadores do Instituto Mamirauá e do Instituto Piagaçú. "A ideia deste intercâmbio surgiu para que os grupos que desenvolvem a atividade não trabalhem isolados, buscando estratégias coletivas para contornar problemas comuns", conta o técnico do Programa de Manejo de Pesca do Instituto Mamirauá, Jovane Marinho. A atividade foi realizada de quarta-feira (3) a sábado (6). Marinho lembra que o primeiro intercâmbio aconteceu em 2011, na Reserva Extrativista do Rio Unini, com o objetivo de mostrar os benefícios do trabalho em grupo. "Achamos necessário nos reunir também em 2012, para tratarmos de um assunto muito delicado: a seleção dos peixes", observa. Esse encontro foi realizado na Reserva Piagaçú-Purus. "Os pescadores de lá foram os primeiros a dominarem estas técnicas de seleção e categorização dos peixes, tornando-se mais autônomos em relação aos compradores."  O acará-disco (Symphysodon aequifasciatus), por exemplo, é procurado no mercado exterior de aquarismo e pode ser do tipo comum, do tipo semi-royal e do tipo royal, conforme o padrão de seu colorido ou fantasia, a orientação de suas estrias ou pontilhados, além da cor de seus olhos, que precisam ser vermelhos. Essa classificação dos peixes implica valores distintos para a venda. Nesta terceira edição ocorreram apresentações de técnicos que assessoram o manejo e de pesquisadores que trabalham com o tema. Atividades práticas para a pesca de acará-disco também foram desenvolvidas. Uma galhada artificial, estrutura usada para atrair este peixe, foi montada, e a pesca foi realizada. Com alguns animais capturados foi possível fazer uma avaliação sobre a classificação conforme os padrões discutidos no intercâmbio anterior. Além de envolver quem já desenvolve a atividade, o intercâmbio é uma oportunidade para novos projetos. Elcimar Damasceno, da comunidade Água Branca, na Reserva Mamirauá – que ainda não realiza o manejo –, participou do encontro com esse intuito. "O peixe ornamental pode ser uma fonte de renda para a gente e por isso eu quis participar, para levar este conhecimento e esta troca de experiência para o meu setor, onde existe um grande potencial para manejar estes peixes ornamentais", diz.
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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Fixadas novas regras de captura de organismos aquáticos

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) estabeleceu critérios e procedimentos para concessão de autorização de captura de exemplares selvagens de organismos aquáticos. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (13), tem como objetivo constituir plantel de reprodutores em empreendimentos de aquicultura. Com a decisão, fica facultado ao aquicultor capturar espécimes de organismos aquáticos para fins de formação de plantéis em empreendimentos de aquicultura. Para isso, ele depende da Autorização de Coleta, Captura e Transporte de Organismos Aquáticos Vivos, a ser expedida pela Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura (SEMOC), do Ministério da Pesca e Aquicultura. Caso o coletor não seja o próprio aquicultor, fica facultada a captura por funcionário vinculado ao quadro corporativo, o que será comprovado mediante a apresentação da Relação Anual de In- formações Sociais (RAIS). A decisão ainda alerta que o MPA não autorizará a captura de organismos aquáticos vivos constantes de listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção.Para saber mais sobre o procedimento para a autorização, confira a decisão completa no DOU.
Comercialização
Em outra portaria do Diário Oficial da União desta quarta (13), o Ministério da Pesca e Aquicultura tratou sobre a licença de empresa que comercializa organismos aquáticos vivos. A decisão estabelece normas e procedimentos para a  inscrição e licenciamento de pessoa física ou jurídica no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), na categoria de Empresa que comercializa organismos aquáticos vivos. A medida define a comercialização de organismos aquáticos para fins de ornamentação e de aquariofilia fora de estabelecimentos comerciais legalmente instituídos para esta finalidade, como feiras, eventos e exposições terá restrições. A prática somente poderá ser realizada com a comprovação de inscrição da pessoa jurídica ou física comparada à jurídica no Registro Geral da Atividade Pesqueira, na categoria de Empresa que Comercializa de Organismos Aquáticos Vivos. A licença para a comercialização será requerida junto à Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura (SFPA), na unidade da Federação na qual se localiza o empreendimento. A decisão completa pode ser vista no DOU.
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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Flazky's Picasso Clowns

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

LFS Animal Ark Orem Utah

domingo, 10 de agosto de 2014

Feliz Dia dos Pais


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Bizarrice do dia: peixe joga Pokémon dentro de um aquário


Canaltech - Você já deve ter ouvido falar no Twitch Plays Pokémon. Se ainda não ouviu, trata-se de uma experiência onde os usuários do site de streaming Twitch jogaram o game Pokémon Red & Blue de forma cooperativa. No entanto, alguém resolveu levar essa ideia para um outro nível, no mínimo inusitado.
Com isso, nasceu o FishPlaysPokémon onde um peixe, em um aquário, joga o Pokémon original do Game Boy. Sim, é isso mesmo. Como o peixe não possui dedos para apertar os botões do videogame, o criador realizou algumas adaptações para que o peixe pudesse utilizar os comandos dos jogos.


O aquário onde o peixinho chamado Grayson Hopper está recebeu uma câmera e diversos sensores que apontam para onde ele está indo. Assim, cada direção para qual ele nada é correspondida a uma direção do jogo ou um botão do Game Boy, tornando possível, assim, a jogabilidade do game.
O que não é muito empolgante, apesar do desenvolvimento inteligente de seu criador, é que Hopper passa muito tempo na parte superior do aquário, o que faz com que o personagem do jogo não saia do canto de seu quarto. Contudo, o peixinho já conseguiu escolher o Charmander como seu pokémon inicial e o batizou de AAAABBK, além de ter derrotado o Squirtle em sua primeira batalha pokémon.
Se você achou sem graça ou perda de tempo, saiba que, apesar de Hopper passar boa parte do tempo no mesmo lugar, a transmissão de seus jogos é acompanhada por mais de 13 mil pessoas e possui aproximadamente 50 mil visualizações, com o canal recebendo 4 mil usuários inscritos.

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Fonte: Canaltech

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Licitação para construção do Aquário do Zoológico de Brasília é marcada para setembro


R7 - O processo de licitação para a construção do Aquário do Zoológico de Brasília (DF) está marcada para o dia 9 de setembro, às 10h, no auditório da instituição. Inicialmente marcado em 17 de julho, o processo foi adiado por causa de ajustes no edital. A construção do aquário, segundo o GDF (Governo do Distrito Federal), será por meio de concessão pública — contrato entre a Administração Pública e uma empresa particular — e parte do lucro será revertido em investimentos no espaço. 
— Teremos um atrativo turístico diferenciado, aumentaremos a renda e, ainda, vamos potencializar a educação ambiental e os estudos científicos, beneficiando toda a população, disse o diretor-presidente, José Belarmino da Gama Filho. De acordo com o Zoológico, o aquário terá espécies de peixes de todas as bacias hidrográficas brasileiras e também de espécies do mar, como arraias e tubarões.
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Fonte: R7

terça-feira, 5 de agosto de 2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Peixe ornamental de beleza rara tem sido exportado de maneira ilegal na Amazônia


Acrítica UOL - O Amazonas está sendo usado por traficantes internacionais de peixes ornamentais como a principal rota para o comércio ilegal do hypancistrus zebra, espécie de peixe mais conhecida como cascudo zebra, encontrado no rio Xingú, no Pará. O peixe está em extinção e a comercialização dele é proibida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Apenas um exemplar do cascudo pode variar entre R$ 1 mil e R$ 2 mil reais, o que rende alto lucro aos traficantes no mercado negro. Ele é muito cobiçado por criadores em vários países por ser considerado um dos peixes cascudos mais bonitos e raros da bacia Amazônica. Segundo o chefe de fiscalização do Ibama, Geandro Pantoja, o Amazonas se consolidou nos últimos anos como uma das principais rotas internacionais de tráfico de peixes sendo cada vez mais frequentes flagrantes de pessoas transportando as espécies. Relatos da prática ilícita, no interior e na capital, são antigos, mas foi na última década, segundo o Ibama, que o problema se agravou no Estado. Somente nos últimos quatro meses, cinco mulas, pessoas que são aliciadas por traficantes e recebem dinheiro para transportar os peixes, foram presas no aeroporto internacional de Manaus Eduardo Gomes tentando embarcar com centenas de exemplares do hypancistrus zebra. O tráfico de peixes cresceu exponencialmente, de acordo com Geandro Pantoja, porque o interesse de comerciantes internacionais de peixes, no mercado negro, também aumentou. O principal alvo é hypancistrus zebra e enquanto traficantes lucram milhares de reais revendendo o peixe para o exterior, o pescador ornamental ganha menos de R$ 2 por unidade capturada no esquema ilegal em rios da região.
Encomenda
Os traficantes recebem a encomenda ou oferecem as espécies ao comprador e encaminham o pedido a pescadores contratados na Amazônia. Os peixes são colocados em dois sacos plásticos para serem transportados em malas comuns de viagem. O primeiro é lacrado com água, além de oxigênio e um exemplar do peixe. O saco é colocado dentro de outro que também recebe oxigênio antes de ser lacrado. O procedimento é feito para manter o peixe vivo caso o primeiro saco plástico se rompa, seja pela movimentação da mala ou pela pressurização do avião. O Amazonas é estratégico para os traficantes devido à fronteira com o Peru e Colômbia, na tríplice fronteira. Além do tráfico de peixes ornamentais, com origem em Barcelos e São Paulo de Olivença, no interior do Amazonas, a rota mais preocupante e usada atualmente no esquema parte de Altamira, no Pará, tem escala em Manaus e depois segue para Tabatinga e, finalmente, Colômbia, de onde os peixes são exportados para o resto do mundo. Um dos problemas, segundo o Ibama, é que as malas com peixes passam pelo processo de embarque e chegam a Manaus quando deveriam ser detectadas no local de origem. As mulas têm sido flagradas cada vez mais nos aeroportos de Manaus porque têm as malas submetidas ao aparelho de raio X e são imediatamente procuradas e detidas pelo Ibama e Polícia Federal. O transporte aéreo é usado no tráfico de peixes pela rapidez no deslocamento entre uma cidade e outra. Porém, existe um número indefinido de rotas de tráfico pelos rios do Estado.
Cinco vezes neste ano
As últimas cinco apreensões de peixes ornamentais no aeroporto internacional de Manaus Eduardo Gomes foram de hypancistrus zebra. Todas tiveram como ponto de partida Altamira no Pará e tinham a Colômbia como destino final. No dia 25 de junho, por exemplo, uma mulher foi presa pela Polícia Federal com 268 hypancistrus zebra. Ela partiu de Altamira/PA e iria para Tabatinga. A mesma história contada por ela à polícia e ao Ibama foi contada por Leandro Rocha, na última quarta-feira. Ele também partiu do município paraense e foi preso com 161 hypancistrus zebra. De acordo com o agente ambiental federal Salomão Santos, os líderes do tráfico tomam uma série de cuidados para não aparecer. Eles abordam pessoas que atendam um perfil especifico e preferem as que estão desempregadas e precisando de dinheiro. Elas são informadas do conteúdo das malas, mas aceitam devido ao dinheiro que recebem. O valor de R$ 200 ou R$ 400 é pequeno comparado ao risco de prisão. Em números: R$ 100mil É o valor que pode chegar a multa aplicada a traficantes de peixes ornamentais. O valor parte de R$ 700, conforme o artigo 35 do decreto 6.514/2008, que pune a captura de peixes em período ou local de pesca proibida.
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