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terça-feira, 24 de maio de 2011

Tetra Vacation - seus peixes agradecem


Olá, está pensando em viajar mas não tem como alimentar seus peixes no período em que estiver fora? Está com receio de usar aquelas "rações de férias" ? Pois bem, aqui está a solução para o seu problema, ração de férias "TETRA VACATION", para 14 dias.
Bom, antes de tudo, é necessário salientar que este tipo de alimentação não deve ser ministrada de forma habitual, ou seja, deve ser usada em emergências, quando não houver outra solução mesmo, pois ela não se equivale a ração que você oferece diariamente aos seus peixes, ela serve apenas para manter os animais vivos, visto que um peixe suporta até uma semana sem alimentação, tudo vai depender de como você trata seu aquário.
Dentre as opções de "ração de férias" que existem no mercado, a que mais se destaca sem dúvida nenhuma é a Tetra Vacation, primeiramente pela consagrada marca TETRA, sinônimo de qualidade, depois pela tecnologia que é aplicada neste produto, ela possui um gel que impede que a ração estrague ou espalhe pela água, o que não ocorre com as concorrentes, fato que evita água turva ou crises de amônia no tanque durante a sua ausência, sem falar em alterações de ph. Além disso ela é bem mais atrativa, chama bem mais a atenção dos peixes e segundo conversa com lojistas, é bem mais aceita pelos animais. A Tetra Vacation é um produto novo, tem de ser mais usada para posteriores avaliações, mas quem já usou afirma que cumpre o que promete, portanto, experimente e tire suas conclusões, fica a dica!! Valeu!!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Gomes da Costa tem primeira aquário-machine do mundo



Para tentar provar que peixe é uma opção de alimentação prática e saudável, a Gomes da Costa lançou uma ação que reforça o conceito da marca: “O melhor do mar para você”.
Criada pela JWT, a ação levará para locais estratégicos uma vending machine construída exclusivamente para a empresa. No lugar do tradicional mostruário de produtos, a máquina exibe um aquário vivo, com peixes e corais de água salgada.
A primeira máquina não-refrigerada da empresa estreia vendendo a linha de Saladas de Atum (3 sabores: batata - batata, ervilha e cenoura - batata, maionese, azeitonas e salsinha) por R$ 4,00.
Os peixes receberão atenção semanal de uma equipe especializada em aquários. A previsão é que a ação comece nas academias e transite por outros pontos.
No início, a vending machine estará instalada no restaurante Equilibrium da Academia Competition à Rua Cincinato Braga, 520, São Paulo.

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Fonte: AdNews

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Deputado promove repovoamento de peixes no Lago do Manso

O deputado Sérgio Ricardo (PR) promove mais uma vez a soltura de peixes nos rios de Mato Grosso. Neste sábado (19), o parlamentar soltará 200 mil filhotes de pacu no rio Quilombo. O evento acontece às 9 horas, na balsa da Vila de João Carro, (11 km do distrito da Água Fria) em Chapada dos Guimarães. A ação faz parte do Projeto Natureza Viva- Repovoando os Rios de Mato Grosso.
Nos últimos três anos foram mais de 20 milhões de filhotes de peixes soltos nos principais rios do estado como o Cuiabá, das Mortes, Jauru, Araguaia, Sepotuba e Paraguai, entre outros. “Nossa meta é repovoar os rios levando em consideração fatores como a pesca predatória que, consequentemente, diminuiu o volume de peixes, como também a construção da barragem da usina de manso que mudou o comportamento dos rios como no caso do rio Quilombo”, declarou o parlamentar.
Segundo Sérgio Riçado, a iniciativa tem também por objetivo cobrar da empresa Furnas a construção da Estação de Repovoamento de Peixes prevista no Termo de Ajustamento de Conduta – TAC firmado com o Ministério Público e que não vem sendo cumprido, assim como a implantação de uma escada de peixes na usina o que permitirá a restauração do ciclo natural de subida e desova das espécies daquela bacia hidrográfica. Os filhotes que serão soltos são da espécie pacu, medindo de 15 a 20 centímetros.
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Arquitetura para os peixes: conheça o aquário "duplex"

Texto Revista Casa e Jardim

Depois das casinhas e móveis de design para os cães e gatos, os peixinhos também ganharam acessórios estilosos. Trata-se destas “mansões duplex”, criadas pelo designer sueco Karl-Oskar Ankarberg. Por ser um aquário com jeito arquitetônico, a peça é chamada de Archiquarium. Construída com Corian preto e branco, a estrutura tem janelas, que permitem observar a movimentação dos peixes. Por enquanto, o aquário não está disponível para venda no Brasil.
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Concurso "Eu sou Peixe Grande 2010" - VOTE !!!!

Selo peixe Grande 2010

Olá, o blog AquariofiliaBR está participando do concurso de sites "Peixe Grande 2010" na categoria blog, ele tem o objetivo de premiar os melhores projetos desenvolvidos no país, visando destacar anualmente no mercado as maiores agências, profissionais e blogs brasileiros, estimulando, assim, o desenvolvimento de grandes cases. Se você acompanha o blog diariamente ou apenas passou por aqui e gostou, peço que deixe seu voto registrado para dar uma forcinha para a gente tentar levar esse prêmio!!!!! Clique no link abaixo:
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VOTAR BLOG AQUARIOFILIABR - CONCURSO PEIXE GRANDE 2010
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Aproveito para agradecer, além do seu voto que é extremamente importante para o nosso crescimento, todos os emails enviados diariamente com dúvidas e dicas para o blog, vocês são demaisssss...obrigado de coração!

domingo, 26 de setembro de 2010

sábado, 25 de setembro de 2010

Torneira ligada a aquário quer estimular uso consciente da água


Líquido do aquário diminui conforme uso da água.
O designer chinês Lu Yan desenvolveu um mecanismo diferenciado e inovador para estimular os usuários a economizar água em suas torneiras e evitar excessos, como escovar os dentes com a água correndo. O mecanismo chama-se Poor Little Fishbowl e consiste em uma torneira ligada a um aquário com um peixe vivo. Conforme o usuário usa a água, o nível do aquário vai baixando. Logo, para que o peixe não morra, é preciso economizar o recurso natural.
Na realidade, o mecanismo está programado para nunca deixar o aquário sem o líquido, e a água que o usuário utiliza para lavar suas mãos não é a mesma que sai do recipiente com o peixe, mas, de acordo com o designer, esse recurso é uma opção diferenciada para “lembrar as pessoas de que suas ações cotidianas podem ter um efeito direto sobre as criaturas que vivem em torno deles”.
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Fonte: Jornale

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

ABSURDO: "Peixe fluorescente tem genes modificados"

Leia essa reportagem e tire suas próprias conclusões, veja o absurdo que o capitalismo faz por montes de dinheiro !!! Cabe a nós dizer não para esta prática e jamais comprar um peixe modificado geneticamente!!!!



SÃO PAULO - Empresa taiwanesa irá começar a comercializar espécies de peixe geneticamente modificadas para brilharem sozinhas.
A Jy Lin Company é a maior exportadora de peixes ornamentais daquele país e produziu os primeiros animais fluorescentes das espécies Pterophyllum scalare e Cichlasoma nigrofasciatus.
Os animais são nativos o Brasil e, por aqui, recebem o nome de Acará bandeira e Acará zebra – mas em seu habitat, na bacia amazônica, eles não costumam brilhar na cor verde. O efeito, que acontece sob a luz azul, se dá graças à transferência de genes.
Em parceria com a Academia Sínica e o Conselho de Agricultura e Agência de Pesca, a empresa pesquisou uma maneira de tornar mais atrativos estes peixes ornamentais.
O primeiro passo foi encontrar animais com cores naturalmente mais fracas dentro do grupo. Esses indivíduos foram cruzados entre si, resultando em uma segunda geração de cores claras. Esses filhotes foram selecionados e, aqueles com tons ainda mais claros, foram separados e cruzados. Assim, através de cruzamentos consecutivos, os pesquisadores obtiveram peixes com pele quase transparente.
Em seguida, foi usado um método que transplanta uma proteína fluorescente nos ovários das fêmeas. Em 2008, nasceram os primeiros filhotes pós-modificação – 96, no total. Depois de cerca de 20 mil nascimentos, os pesquisadores conseguiram peixes transgênicos que exibem uma característica estável se são capazes de passar os traços para gerações futuras. Duas autenticações provam que a transferência dos genes funcionou.

Estes são os primeiros peixes fluorescentes da família Cichlidae no mundo; segundo informações da Reuters, após a certificação para a venda, cada indivíduo custará US$ 30.
Hoje, a empresa realizou uma apresentação com os animais em Pingtung, no sul de Taiwan.


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Fonte: Info Plantão Abril

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Essa é a Arraia aqui de casa... oO

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Fonte:
Blog Super Kitnet

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Estante de Aquários - povoando


Olá, hoje fecham exatamente 25 dias de ciclagem dos aquas da estante, ontem acertei a temperatura do nano plantado, mantive em 27º C, inseri duas plantas, apenas como teste para ver como elas reagem ao solo, instalei um timer para ligar e desligar as luzes de forma automática, regulei para um fotoperíodo de 10 horas, os níveis de amônia estão zerados, conforme teste Alcon, hoje vou começar a povoar o aqua superior, serão 2 kinguios bem novinhos, eles são bem pequenos e como referi em posts anteriores, no fim do ano vão se mudar para o lago que tenho em Santa Maria. Em relação ao refil dos filtros, comprei 2 metros de lã acrílica em uma loja de tecidos e carvão ativado, pois ele será DIY.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Criação de peixes em alta em MT


Mato Grosso é reconhecido por ofertar a maior produção de soja, algodão, girassol, milho de segunda safra do Brasil, além de ser o detentor do maior rebanho bovino de corte do País. O que poucos sabem é que o Estado tem potencial reconhecido para conquistar mais um segmento de atividade primária: a aquicultura.
A atividade caminha em direção à profissionalização de seus agentes e esbarra na falta de políticas sanitárias. Mas mesmo com esses gargalos, a aquicultura em Mato Grosso se posiciona, hoje, na quinta posição no ranking do pescado continental (água doce) do Brasil perdendo apenas para o Ceará e para os estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina.
As principais espécies cultivadas- tambaqui, tambacu, pacu e piraputanga- podem ser encontradas nas regiões norte e centro-sul. De acordo com dados do perfil, analistas do setor afirmam que se todo o potencial fosse aproveitado corretamente, a produção suplantaria, em toneladas, a atual produção de grãos.
Com aspectos fortes, a cultura está fortalecida pelo clima e temperatura da água, ideal para psicultura; pelos mercados regional, internacional e nacional - em franco desenvolvimento e propícios a esta atividade considerada de alta rentabilidade e pela existência de frigoríficos que podem diversificar seu ramo de atividade.
De acordo com Valter Santana, superintendente federal do Ministério da Aquicultura e Pesca no Estado, “a piscicultura, em Mato Grosso, está tomando um rumo “fantástico”. A piscicultura fechou 2008 no Estado com 27 mil toneladas de pescado, elevando Mato Grosso do 8º para o 4º lugar no ranking nacional. A expectativa é que as novas estatísticas revelem um crescimento ainda mais significativo que o alcançado no último ano. As previsões para 2010 são grandes”.
Dentre os fatores que impulsionam a aquicultura em Mato Grosso, o superintendente do Ministério cita um bom entrosamento com o governo estadual, que tem apoiado e investido na atividade.
Outro fator predominante é a mudança de comportamento do mercado consumidor, que não “digeria” muito bem o peixe de cativeiro, preferindo comprar o pescado tradicional. Hoje, a aceitação do mercado é muito boa e impulsiona a criação de peixes em tanque.
Mais um motivo, causa ou consequência do anterior, é a criação cada vez mais intensa de tecnologias e mecanismos de produção. Bom mercado impulsiona mais investimentos, informação e melhora a qualidade do produto, o que, por sua vez, volta a impulsionar a aceitabilidade do consumidor.
Santana comenta que muitas pessoas têm começado a enxergar a criação de peixes como uma atividade lucrativa e que tem bastante espaço no Estado, investindo em criadouros. “E só vai crescer”, prevê o superintendente.
O produtor rural, Manoel Milo da Costa, do município de Nossa Senhora do Livramento, da comunidade Ribeirão dos Cocais, compra alevinos da Estação de piscicultura da Empresa mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), há mais de 14 anos para cria e engorda. Ele possui dois tanques, num total de 1.500 alevinos e espera que em 18 meses possa retirar peixes pesando até 2 quilos, prontos para o abate e consumo.
Francisco Marques, responsável técnico pela Lufada Piscicultura, trabalha há 15 anos na reprodução de alevinos, em uma área distante de Cuiabá há 25 quilômetros do trevo do Lagarto em Várzea Grande. Ele revela que investe cerca de R$ 8 mil por mês para a manutenção dos alevinos. “A Lufada faz a reprodução das espécies e vendemos os filhotes para o comércio e produtores. Os alevinos são vendidos a partir de R$ 150,00 com uma quantidade de 1.000 mil filhotes”.
A Nativ Pescados atua no município de Sorriso. É uma empresa consolidada e em franco crescimento e emprega mais de 50 funcionários. De acordo com Cristian Brant, diretor de produção da empresa, o estado tem grande potencial devido aos recursos hídricos com grandes projetos de geração de energia que criará importantes polos para a aquicultura.
As principais espécies produzidas são oriundas da Amazônia: tambaqui, tilápia, pintado e surubim. A empresa conta com um processo inédito de produção no segmento de pescado, utilizando alto controle de quantidade de ponta que tenha um aproveitamento integral dos produtos. Além do produto in natura, com cortes especiais, a empresa investe principalmente em produtos industrializados como filés empanados e congelados. O frigorífico em Sorriso tem a capacidade de abate de 12 a 14 toneladas de peixes por turno, gerando uma produção de produtos “in natura” de 4 toneladas por turno e mais 4 toneladas de produtos industrializados por turno.
O produtor rural, Gonçalo Antônio, locou uma chácara de 10 hectares, contendo duas represas para cria e engorda de alevinos. O produtor comprou 5 mil alevinos de tambacu e pretende, em 18 meses, comercializar mais de 5 mil quilos de peixe. “Faço questão de comprar alevinos de tambacu, pois é um peixe que desenvolve mais rápido em menos tempo. Vamos testar e comercializar”, comenta.
A Aldeia Meruri, no município de General Carneio (449 KM de Cuiabá, em Mato Grosso) sedia o projeto piloto de piscicultura do Ministério de Pesca e Aquicultura (MPA). Na comunidade vivem cerca de 500 índios bororos em uma área de 82 mil hectares. No local existem sete tanques com 18 mil metros quadrados que servem de berço para 19 mil alevinos das espécies Tambatinga e Piauçu. A primeira produção foi de três toneladas, o excesso de produção (cerca de 700 quilos) foi vendido para um supermercado em Barra do Garças.
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Fonte: Circuito Mato Grosso - Regina Botelho - Redação Jornal Circuito Mato Grosso

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Filtro Externo Aquatech FE 50

Adquiri este filtro a pouco tempo, porém já foi possível notar a sua qualidade, um filtro extremamente silencioso (não emite nenhum som), com um acabamento muito bom, tampa hiper vedante e ainda um sistema opcional de movimentação de água no estilo de um "chuveiro". A vazão do Aquatech FE 50 é de 400 L/h, um consumo de 5w, refil com perlon e carvão ativado, esponja e controle de fluxo, é realmente um ótimo filtro, recomendo!



sábado, 7 de agosto de 2010

Estante de Aquários - Novo Projeto

Atualmente estou morando em Porto Alegre, longe de todos os meus aquas e do meu laguinho lá de Santa Maria. Aqui em POA estou morando em um apartamento, portanto, não tenho mais tanto espaço para grandes aquários, diente disso, resolvi improvisar e criei uma estante vertical aonde serão colocados meus aquários!! O primeiro já está sendo montado, ele será para dois Kinguios bem pequeninos que estão dentro de uma BETEIRA, isso mesmo, uma beteira em uma loja no centro de Porto Alegre, eles ficarão neste aquário até novembro, depois serão levados para meu lago em Santa Maria, o aqua está com um filtro externo Aquatech 400 L/h, sem aquecimento, porém um termostato irá manter a temperatura em 20º, mas isso só depois do processo de ciclagem.





segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Discus - por Chris Mamberti

Esse é o magnífico aquário de Chris Mamberti, um amigo que fiz nessa vida de aquarista hehe, com peixes muito saudáveis, graças à grande dedicação e amor de Chris ao hobby, pode-se dizer que este aquário é um incentivo para todos os iniciantes e para aqueles que pensam em embarcar no mundo dos Discus, parabéns Chris, seu aquário é lindo!!!!









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Fotos Chris Mamberti

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Peixes gigantes do rio Mekong podem desaparecer, diz WWF


O projeto para construção de uma série de barragens no rio Mekong, o maior do sudeste asiático, poderá causar a extinção de um dos maiores peixes de água doce do mundo, advertiu o Fundo Mundial para a Natureza (WWF). De acordo com a organização, há pelo menos 50 espécies migratórias de peixes no Mekong. A construção poderá modificar de forma irreversível o ecossistema do rio. As informações são do jornal El Mundo.
Os peixes-gato, que podem medir até 3 metros de comprimento, poderão desaparecer se essas estruturas separarem os locais de desova, compreendidos em diversos trechos do rio que atravessa a China, o Laos, a Tailândia e o Camboja. O animal, considerado o terceiro maior do mundo, parte do Camboja para fazer a desova no norte da Tailândia ou em Laos. A WWF teme que as barragens impeçam este movimento.
Segundo a WWF, um quarto dos peixes gigantes do planeta vive no Mekong, um rio de 4,8 mil km de comprimento, que abriga, também, a raia pastenaga cujo peso pode atingir os 600 kg. A construção de uma barragem na província de Sayabouly, no norte do Laos, uma das onze previstas no curso inferior do Mekong, é "uma ameaça à sobrevivência" do peixe-gato, cujo número diminuiu 90% em 20 anos, afirmou a organização.
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Fonte: Site Terra

domingo, 25 de julho de 2010

Aquário gigante em BH exige intensa manutenção


Nesta viagem pelo mundo das águas e dos peixes, não é preciso apertar cintos, pensar em turbulências ou arrumar bagagens. Nada disso. Basta ficar de olhos bem abertos diante do vidro gigantesco que separa universos paralelos, para encontrar encantamento e diversão que surgem de todos os lados: pode ser o desfile elegante do dourado, o chamado “rei do rio”, com a sua tonalidade ímpar; o descanso do surubim, poderoso nos seus 30kg; ou o trabalho de “faxineiro” do cascudo, sempre pronto a sugar algas que possam sujar o ambiente. O passeio por esse belo e educativo cenário está à disposição no Aquário da Bacia do Rio São Francisco, uma das atrações o ano todo, em especial nas férias, da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte, na Pampulha.
De manhã à tarde, o movimento é intenso no zoo, com famílias inteiras interessadas em conhecer os legítimos representantes da fauna do Velho Chico, o chamado rio da unidade nacional, que nasce na Serra da Canastra, no Centro-Oeste mineiro. Curtindo os dias livres, o casal Sérgio Bambirra e Simone Pellegrini, moradores de Viçosa, na Zona da Mata, com as gêmeas, Júnia e Clara, de 11 anos, e a amiga Beatriz Oliveira Ludgero, de 12, começou a visita pelo maior dos 22 aquários existentes, o que armazena 500 mil litros de água. As meninas adoraram, posaram para fotos – sempre sem flashes, para não prejudicar os olhos dos peixes – e leram todas as informações sobre o piau-branco, piaba-do-rabo-amarelo, curimatã-pioa, matrinxã e acará. Mas, curiosas, queriam saber também como é a face oculta desse ambiente que fascina logo de cara. Inaugurado em março, o espaço tem 2 mil metros quadrados de área construída e muito para se ver. Em frente e verso.
Para entender a dinâmica do aquário, que abriga 50 espécies nativas da Bacia do São Francisco, num total de 1,3 mil peixes – estão lá também as exóticas, introduzidas de forma ilegal no rio, como tucunaré, tilápia, pacu-caranha e carpa – a viagem ao “outro lado do espelho d’água” tem como guia o biólogo da Fundação Zoobotânica de BH Thiago da Motta e Albuquerque de Carvalho. Tudo começa com o mergulho de um dos cinco tratadores, que, antes de as portas da instituição se abrirem, veste traje apropriado, com cilindro de ar-comprimido às costas, para limpar, por dentro, os vidros do tanque, fazer a sifonagem ou remoção dos detritos e dar um trato na areia depositada no fundo. “A areia é importante como filtro biológico para o crescimento de bactérias benéficas à qualidade da água”, explica o biólogo.

Tudo azul

Depois dessa cena inusitada, que mais lembra um filme ambientado no fundo do mar, devido ao tom azulado da iluminação especial, o biólogo mostra como é feita a filtragem de 1 milhão de litros que abastecem os tanques e são bombeados de um poço artesiano dentro da fundação. “A circulação da água funciona 24 horas por dia, sendo feita, toda semana, a troca de 10% a 20% do total existente no tanque, para limpeza dos filtros e manutenção da qualidade de água”, diz Thiago, mostrando o complexo sistema de canos, bombas, filtros e registros que ficam atrás dos tanques, numa área restrita aos funcionários. Lá está a garantia do perfeito funcionamento do sistema. Os filtros são peça fundamental em todo processo, com várias modalidades. Tem os de areia, de zeolita, um mineral, para uso em emergências, de ozônio, de carvão ativado e ultravioleta.
Por trás do lento desfile dos peixes, há o trabalho pesado e diário da equipe que cuida dos aquários e trata de avaliar uma série de parâmetros, como temperatura, nível de acidez (pH) e de oxigênio dissolvido. Duas vezes por semana, é avaliada a qualidade da água, com indicadores como alcalinidade, dureza, concentração de amônia, nitrito e nitrato. Thiago conta que, no inverno, a temperatura deve ficar em 23 graus, nunca abaixo disso, para não causar doenças aos peixes, enquanto, no verão, a variação fica entre 26 e 27 graus. Embora o ambiente seja fechado, as alterações nos termômetros são importantes para os animais perceberem as mudanças climáticas e se sentirem mais de acordo com o seu hábitat, que inclui ainda pedras moldadas em fibra de vidro, galhos de árvores e plantas aquáticas naturais.
Outro setor fundamental é o laboratório de ictiologia, onde peixes recém-chegados ficam em observação no período de quarentena, de 30 a 40 dias, fazendo uma série de exames para evitar a contaminação do plantel. A alimentação também passa por critérios rigorosos e ninguém pense que os exemplares vivem só da ração balanceada servida diariamente. Na dieta, entram também carne, devido à proteína, frutas, legumes e peixes mortos.


Mundo líquido

De volta ao outro lado desse mundo líquido, dá gosto ver o rosto das crianças enquanto apontam os peixes ou simplesmente hipnotizadas pela tranquilidade dos “nadadores”. Acompanhada da mãe, Renata Cristina Farias Sales, e do primo Marcelo Júnior de Farias Moura, a pequena Sabrina, de 8 anos, gostou de tudo o que viu. “Nossa! É muito legal!”, afirmou, com um sorriso entusiasmado. Na tarde ensolarada, o auxiliar administrativo Giovanni de Almeida curtiu o passeio com a filha Ana Clara, de 9, animada com as belezas desse mundo em estado líquido. Um universo que fascina também adultos, como do professor de veterinária da Universidade Federal de Lavras (Ufla) Sérgio Bambirra, para quem “o aquário daqui melhor é do que o de São Paulo”. Para o biólogo Thiago Carvalho, da Fundação Zoobotânica, o aquário é um lugar de diversão, mas também espaço fundamental para educação ambiental e conhecimento.

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Fonte: Site UAI

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Piranha amazônica achada na Croácia, garante pescador



Um pescador croata afirmou que o rio Drava, próximo à vila do leste da Petrijevci, no nordeste da Croácia, está infestado de piranhas, peixe que vive em rios de água doce na América do Sul, muito conhecido na Amazônia. Tihomir Everle contou à imprensa croata que ele mesmo fez questão de pescar a piranha para provar que está dizendo a verdade.
Everle sustenta que não era um “exemplar único”. O pescador disse ao jornal local Slobodna Dalmacija que viu muitos desses peixes no Drava. Especialistas locais não acreditam nessa hipótese. Josip Dimnjasevic, presidente da Associação de pescadores esportivos de Osijek, confirmou que o peixe de 26 centímetros se trata de uma piranha autêntica, mas descarta a existência de haver cardume.
Dimnjasevic tem outra hipótese: "É um peixe que vive nas águas da América do Sul, na Amazônia. O mais provável é que tenha sido o animal de estimação de alguém e que, quando cresceu, o proprietário o jogou no rio", disse Dimnjasevic ao Jutarnji list. O mesmo jornal, contudo, afirma que que outros pescadores disseram ter visto piranhas no Drava.
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Fonte: D24am

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cores de Fundo e Iluminação

Veja a diferença que uma boa iluminação combinada com um plano de fundo planejado pode dar ao aquário, esse efeito pode ser decisivo para a criação de um belo layout...


terça-feira, 20 de julho de 2010

Bob...o peixe que recebe cafuné fora do aquário !!!

Esse é o Bob (Amphilophus Citrinellus), um peixinho com manias um pouco diferentes hehe, ele gosta de sair do aquário para receber cafuné, isso mesmo, CAFUNÉ!!!! Demaissss esse peixe!!!!!!!!!!!