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sábado, 4 de março de 2017

Resultados após 21 dias de ciclagem

17 dias - Ph 7,0 - Amônia 0,0 ppm - Nitrito 1,75 ppm

20 dias - Ph 6,8 - Amônia 0,0 ppm - Nitrito 0,5 ppm


21 dias - Nitrito 0,0 ppm



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Youtuber é acusado de maus tratos após mergulhar com peixes em box de banheiro inundado

Danilo Vieira pousa para vídeo com animais no banheiro. Crédito: Youtube/Reprodução

Por Viver/Diario - Diario de Pernambuco


O youtuber Danilo Vieira, do canal de variedades DVC, se tornou alvo de críticas e acusações de maus tratos aos animais nesta semana, após publicar um vídeo em que aparece mergulhando com peixes ornamentais em um box de banheiro. Na publicação, Danilo se diverte ao manipular os animais enquanto posa para fotos.
Segundo Danilo, a ideia do vídeo surgiu após assistir a pessoas inundando o box para tomar banho. Em uma campanha para conseguir curtidas em seu canal, ele decide ir além e se propõe mergulhar com pequenos peixes ornamentais, transformando o espaço em uma simulação de aquário gigante.
Na publicação, o youtuber mostra o passo a passo do projeto, em que utiliza fitas para vedadação do vidro, enche-o com água do chuveiro e mergulha com cerca de seis peixes da espécie kinguio - o popular "peixinho dourado". Em determinado momento, Danilo aparece manuseando os animais com a mão fora da água. "Se esse vídeo chegar a 50 mil likes, eu irei fazer outros desafios aleatórios", afirma.
Desde a publicação, realizada na quarta-feira (1), diversos usuários da rede vêm criticando a atitude. "Quem conhece os peixes e estuda sobre eles sabe o quanto eles sofreram nesse vídeo. Tem vários erros graves, entre eles estão o cloro que vem da água de torneira e os resíduos químicos que ficam no piso do banheiro", alerta um usuário.
O site dedicado ao aquarismo - criação de peixes ornamentais em espaços que reproduzem habitats naturais - Aquaa3 foi mais além e criou uma campanha para denunciar a publicação e retirar o vídeo do ar. O texto apresentados argumentos sobre o porquê da "brincadeira" ser considerada como maus tratos aos animais e explica que, para se manter peixes ornamentais, é necessário simular todo o ambiente aquático em que ele viveria na natureza.
"Esse cidadão do vídeo que viemos aqui denunciar trata os peixes como quaisquer outros brinquedos inanimados, desrespeitando a vida. Além do que, os maltrata manipulando-os grosseiramente para fotografar-se numa situação por ele considerada, engraçada: nadar com peixes dentro de um box inundado", critica o texto.
"Assim ressaltamos que para manipular peixes ornamentais devemos seguir princípios básicos, tanto para com o ambiente em que iremos mantê-los, com acessórios necessários para manter a qualidade do ambiente aquático, como também devemos ter cuidado ao manusear os animais, tocando-os minimamente, estressando-os menos ainda e, ao final, obtendo o resultado esperado, um aquário equilibrado com os animais vivendo eticamente bem", continua a Aquaa3.


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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Fixadas novas regras de captura de organismos aquáticos

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) estabeleceu critérios e procedimentos para concessão de autorização de captura de exemplares selvagens de organismos aquáticos. A medida, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (13), tem como objetivo constituir plantel de reprodutores em empreendimentos de aquicultura. Com a decisão, fica facultado ao aquicultor capturar espécimes de organismos aquáticos para fins de formação de plantéis em empreendimentos de aquicultura. Para isso, ele depende da Autorização de Coleta, Captura e Transporte de Organismos Aquáticos Vivos, a ser expedida pela Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura (SEMOC), do Ministério da Pesca e Aquicultura. Caso o coletor não seja o próprio aquicultor, fica facultada a captura por funcionário vinculado ao quadro corporativo, o que será comprovado mediante a apresentação da Relação Anual de In- formações Sociais (RAIS). A decisão ainda alerta que o MPA não autorizará a captura de organismos aquáticos vivos constantes de listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção.Para saber mais sobre o procedimento para a autorização, confira a decisão completa no DOU.
Comercialização
Em outra portaria do Diário Oficial da União desta quarta (13), o Ministério da Pesca e Aquicultura tratou sobre a licença de empresa que comercializa organismos aquáticos vivos. A decisão estabelece normas e procedimentos para a  inscrição e licenciamento de pessoa física ou jurídica no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), na categoria de Empresa que comercializa organismos aquáticos vivos. A medida define a comercialização de organismos aquáticos para fins de ornamentação e de aquariofilia fora de estabelecimentos comerciais legalmente instituídos para esta finalidade, como feiras, eventos e exposições terá restrições. A prática somente poderá ser realizada com a comprovação de inscrição da pessoa jurídica ou física comparada à jurídica no Registro Geral da Atividade Pesqueira, na categoria de Empresa que Comercializa de Organismos Aquáticos Vivos. A licença para a comercialização será requerida junto à Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura (SFPA), na unidade da Federação na qual se localiza o empreendimento. A decisão completa pode ser vista no DOU.
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sema apreende mais de 750 peixes proibidos em Alenquer


Globo - Agentes ambientais da Secretaria de Meio Ambiente deAlenquer(Sema), oeste Pará, apreenderam aproximadamente 700 peixes da espécie acari e cerca de 60 curimatãs durante uma fiscalização de rotina na manhã da quarta-feira (4). A curimatã está no período do defeso desde o dia 15 de novembro e o acari entrou no domingo (1º). O defeso proíbe a pesca, armazenagem e venda das espécies.
De acordo com o chefe de fiscalização da Sema, Jean Adaltino Andrade, parte do pescado estava sendo vendido na feira do peixe e o restante foi flagrado chegando em bajaras, que são pequenas embarcações típicas da região. Quatro pessoas foram notificadas pela irregularidade. “É tempo da desova dos peixes, não pode pescar. É por isso que é feito o período do defeso, para deixarem os bichos em paz. E esses que estavam vendendo são pescadores que recebem o seguro”, explicou.
Segundo o chefe de fiscalização todo o pescado apreendido será doado para famílias carentes e entidades filantrópicas do município. “A gente já começou a doar agora de manhã. Tem que fazer isso para não estragar”, enfatiza Andrade.
O defeso iniciou no dia 1º de outubro quando o tambaqui passou a ficar protegido. No dia 15 de novembro entraram no período oito espécies: jatuarana, pacu, mapará, pirapitinga, aracu, curimatã, branquinha e fura-calça. A proibição é necessária para garantir a reprodução das espécies.
Conforme Instituto de Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais e Renováveis (Ibama), quem for pego praticando uma das ações está sujeito a pagar multa de 700,00 a R$ 100 mil, mais acréscimo de R$ 20,00 por quilo apreendido.
Após a notificação, os pescadores terão que comparecer na Secretaria de Meio Ambiente do Município.

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Fonte: G1 - Globo.com

sábado, 23 de novembro de 2013

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Imagem da Semana


domingo, 4 de dezembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Vídeo: peixes se comunicam por flatulências



Alguns tipos de peixes, conhecidos como arenques, se comunicam de uma maneira muito diferente: através de flatulências. Quando esses peixes soltam gases, as bolhas resultantes produzem uma alta frequência que formam um som audível apenas para os outros peixes arenques.
Os peixes usam esses ruídos para proteger os cardumes à noite, os ajudando a permanecer no escuro e em segurança. Os pesquisadores descobriram que os arenques são barulhentos apenas depois do escurecer, pois esses sons permitem que os peixes localizem uns aos outros quando a visibilidade é baixa.
Ao contrário de flatulências normais, os gases não são causados pelo processo digestivo. Em vez disso, os peixes respiram o ar da superfície e os emitem através de uma abertura pequena perto do ânus. Assim, esses “puns” não são flatulências em sua definição técnica.
Os pesquisadores Bob Batty, Ben Wilson e Larry Dill, que são os responsáveis por essa estranha descoberta, ganharam o satírico Prêmio Ig Nobel – a versão do Nobel que premia as descobertas científicas mais bizarras.
Apesar disso, a descoberta pode ser realmente útil, já que a maioria dos cientistas mede o ar na bexiga de arenques para determinar o número e o tamanho dos peixes em uma região.



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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Manaus: Peixes do espelho d'água do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes são retirados


Manaus - Os peixes do espelho d'água que fica localizado em frente ao terminal de passageiro do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, foram retirados na manhã desta quinta-feira, dia 15. Nesta primeira fase, a ação de captura obteve 500 quilos de peixes da espécie tambaqui, curimatã e carpa.
O espelho d'água foi construído há 16 anos por meio de uma parceria entre a Administração do Aeroporto Eduardo Gomes, a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e uma empresa especializada em pesquisa sobre a qualidade da água.
Todos os peixes que foram retirados serão doados a instituições de assistência social de Manaus, entre elas a Fundação Dr. Thomas, Abrigo São Vicente de Paula, Fazenda da Esperança e Projeto Eco-Recicla.
Os quelônios (tartarugas e tracajás), porém, continuam nos tanques. O Ibama ficará com a responsabilidade sobre os animais que deverão ser devolvidos para dois aquaterrários previstos no projeto do novo aeroporto. A captura está programada para os próximos meses.
A despesca faz parte da preparação para o início das obras do complexo aeroportuário que dobrará o seu tamanho. O terminal de passageiros 1 passará de 43 mil para 97,2 mil metros quadrados.

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Fonte: D24am

sábado, 3 de setembro de 2011

Novas espécies de peixes


A expedição Guariba-Roosevelt, que percorreu quatro unidades de conservação no Noroeste do Mato Grosso, pode ter trazido à luz quatro novas espécies de peixes. A região abriga os últimos remanescentes de floresta do Estado, que hoje é um dos campeões no crescimento do desmatamento, segundo dados do próprio governo federal.
A descoberta das quatro espécies de peixes foi realizada em rios de cabeceira. Os animais que mais chamaram a atenção dos pesquisadores durante os trabalhos em campo foram um lambari pescado numa região de campinarana (áreas de campos amazônicos), próxima ao Rio Roosevelt, e um bagre coletado nas imediações do Rio Madeirinha. O que leva os pesquisadores a crer que são espécies novas são suas características físicas. “Essas espécies indicam um alto endemismo na região, o que pode nos ajudar a compreender o padrão de evolução das espécies na área. E também levantar hipóteses sobre o que pode estar fazendo algumas dos peixes coletados estarem desaparecendo e ameaçados de extinção”, diz James Machado, um dos biólogos responsáveis pela coleta e pelos estudos que comprovam a descoberta – feita em parceria com os pesquisadores SolangeArrolho, da Universidade Estadual de Mato Grosso, e Rosalvo Rosa Duarte do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBIO) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
Os peixes coletados foram levados aos laboratórios da Unemat, em Alta Floresta, a 830 quilômetros da capital Cuiabá. Lá, estudos mais detalhados vão comprovar se são de fato novas espécies. A pesca ilegal e os garimpos foram as principais ameaças à biodiversidade encontradas na região. A Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Mato Grosso chegou a fazer uma autuação na área durante a expedição. “Apesar disso, ainda constatamos que muitas das áreas permanecem intactas, apesar da proximidade e da facilidade de acesso pelas cidades no entorno”, diz Machado.
“Todas essas descobertas indicam a grande biodiversidade que ainda há para ser descoberta na região”, afirma também Mauro Armelin, diretor do Programa Amazônia do WWF-Brasil. ‘”São muito raras para a ciência essas novas descobertas, mas acredito que isso ocorra pela escassez de pesquisas. Perdemos a chance de conhecer espécies antes mesmo que estas desapareçam pelo desmatamento”. O último levantamento de fauna e flora que ocorreu na região foi nas décadas de 1970 e 80. “São regiões pouco estudadas. A grande maioria dos levantamentos de ictiofauna hoje acontece em grandes rios, ou no mar”, afirma Machado. O primeiro levantamento científico na região aconteceu quase cem anos atrás. A expedição foi coordenada pelo marechal Cândido Rondon e pelo ex-presidente americano Theodore Roosevelt, entre 1913 e 1914. Eles foram responsáveis pelo mapeamento do rio batizado em homenagem a Roosevelt. Muitos animais coletados na região fazem parte hoje da coleção científica do Museu Smithsonian, em Washington, nos EUA.

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domingo, 24 de julho de 2011

Gita Betta Farm - Indonésia













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Fonte: Facebook - Gita Betta Farm

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Couro de peixes usado em bancos de automóveis


ACRÍTICA.COM - Couros de peixes lisos e escamosos do Amazonas passarão a ser utilizados na produção de bancos para veículos, bolsas e acessórios. Através do projeto ‘Curtimento de couro de peixe’, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) em parceria com Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) deverão implantar, ainda no segundo semestre, uma Unidade Gestora de Couro de Peixe. A unidade funcionará como um laboratório onde será realizado o processamento dos couros para o fornecimento a empresas interessadas. De acordo com o pesquisador da Coordenação de Pesquisas em Tecnologia de Alimentos do Inpa e coordenador do projeto, Nilson Aguiar, o instituto está em fase de compra dos equipamentos necessários para no processamento do material. A unidade funcionará nas dependências do Inpa, na avenida Ephigênio Sales. Nilson explicou que as pesquisas sobre a utilização de couro de peixe vem sendo realizadas há 16 anos pelo instituto. “Nos últimos dois anos conseguimos essa parceria com a Suframa e começamos a planejar a estrutura do laboratório. O processamento do couro de peixe requer cuidados específicos”, disse. Segundo o pesquisador, o Inpa tem um projeto aprovado orçado em R$ 1,4 milhão para as atividades com os peixes. O trabalho de curtimento pode ser feito com quase todos os peixes da região: surubim, tambaqui, tucunaré, curimatã, dourada, pirarucu, pirarara. “Esses peixes tem cores exóticas, o que acaba despertando a atenção para a produção de acessórios”, apontou. 
Interesse
O coordenador do projeto destacou que a empresa Knorr Indústria, do Rio Grande do Sul, se interessou nos couros que devem ser processados no Amazonas. Inicialmente, os produtos seriam utilizados na produção de bancos de couro para veículos. A empresa teve conhecimento de uma dissertação de mestrado apresentada pelo instituto e comunicou o interesse. A Knorr tem parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), que já mantem um laboratório de processamento de pele de peixes. De acordo com Nilson, uma equipe de técnicos e pesquisadores do projeto começou a fazer um treinamento na universidade para atuar no laboratório do Amazonas. “Essa equipe deve repassar as informações para os profissionais que também devem ser incluídos nas atividades do laboratório”, informou.

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sexta-feira, 22 de abril de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

Pesquisadores desenvolvem peixes robóticos para guiar e salvar cardumes



O pesquisador e professor adjunto de engenharia mecânica do Instituto Politécnico da Universidade de Nova York, Maurizio Porfiri, desenvolveu um protótipo de peixe robótico capaz de conduzir um cardume. O invento foi criado com o objetivo de levar os peixes para fora de áreas contaminadas e os ajudar a fugir da direção de obstáculos impostos pelo homem, como turbinas submarinas.
Os testes realizados mostraram que o invento foi capaz de controlar, acompanhar, se mover com os outros peixes e influenciar o comportamento dos animais no cardume. Até o momento, o pesquisador projetou apenas peixes robóticos que nadam na superfície da água, mas ele espera em breve fazer modelos que possam mergulhar e ressurgir. A pesquisa foi financiada pela National Science Foundation, dos Estados Unidos.
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Fonte: Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Peixes semeadores


O papel dos peixes como agentes dispersores de sementes nas florestas alagadas. Este, pode-se dizer, é o principal teor de uma cartilha, de 26 páginas, projeto apoiado pela Universidade Federal do Pará (UFPA), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Estação Científica Ferreira Penna e do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), e financiada pela Fundação o Boticário de Proteção à Natureza.
Aliás, a base do estudo ocorreu na Floresta Nacional de Caxiuanã, unidade de conservação (UC) criada em 1961, que fica a 400 quilômetros a Oeste de Belém. Ocupa uma área de 324. 060 hectares e está localizada entre os rios Xingu e Tocantins. É lá que está instalada a Estação Científica Ferreira Penna do Museu Paraense Emílio Goeldi, criada em 1993 com o objetivo de apoiar programas de pesquisa nacionais e internacionais.
A ideia da cartilha – que pontua ainda os vários tipos de dispersão existentes, como a barocoria (dispersão causada pela força da gravidade), anemocoria (pelo vento), e hidrocória (ação das águas) – foi focar-se mais na dispersão por animais (zoocoria), com a intenção de sensibilizar a população ribeirinha sobre a importância da relação dos peixes com as vegetações de várzeas e igapó, além de explicar o que é uma Floresta Nacional (Flona) e a importância das florestas alagadas.
A cartilha apresenta o peixe cachorro-de-padre (Auchenipterichthys longimanus), que foi analisado como possível dispersor de sementes de ucuúba (Virola surinamensis), árvore que chega a uma altura de até 40 metros e é de grande importância econômica e ecológica na região amazônica.
De acordo com a pesquisa, foram coletadas 71 sementes do estômago de 47 cachorros-de-padre, e 106 das árvores de ucuúba. Foram registradas germinação em 69% das sementes retiradas dos estômagos. Essa constatação demonstrou que os frutos ingeridos pelos peixes não perdem a capacidade de germinação das sementes.
Fruto do projeto “Ictiocoria de Virola spp. por Auchenipterichthys longimanus (Siluriformes: Auchenipteridae) em igarapés da Amazônia Oriental, implicações para o manejo e conservação de áreas ripárias”, a cartilha Os peixes e as Florestas Alagadas de Caxiuanã foi organizada em co-autoria por Tiago da Silva Freitas, Bruno Prudente, Vitor da Consolação Almeida e Luciano Montag, pesquisadores da UFPA.
Com ilustrações de Almir Inada, a publicação explica ainda a importância de alguns peixes na dispersão de sementes, entre eles, o tambaqui (Colossoma macropomum), os pacus (Myleus spp. e Mylossoma spp), além de alguns bagres, como os bacus (Megalodoras spp. e Lithodoras dorsalis) e os mandis (Pimelodus spp. ). A cartilha está disponível em PDF e pode ser obtida por solicitação ao e-mail do primeiro autor, Tiago Magalhães da Silva Freitas (freitastms@gmail.com).

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Fonte: EPTV.com

segunda-feira, 10 de maio de 2010

PF prende 3 mil peixes ornamentais para venda ilegal


LIEGE ALBUQUERQUE - Agência Estado

A Polícia Federal apreendeu na noite de sábado 3 mil filhotes do peixe Aruanã, em Novo Airão, a 115 quilômetros de Manaus. Os alevinos desta espécie, também conhecidos como dragon fish, alcançam alto valor comercial: segundo fonte da PF, os 3 mil poderiam valer até US$ 20 mil no mercado paralelo.
Há dois anos a PF estava investigando um esquema de contrabando de peixes ornamentais partindo do Amazonas. A apreensão foi feita por policiais da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da PF.
Os alevinos estavam prontos para serem transportados em 60 embalagens plásticas em um depósito bem conservado, indicando expertise no manuseio para transporte. Os peixes foram entregues ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) de Novo Airão para que sejam devolvidos ao seu habitat natural.

Fonte: Estadao

domingo, 14 de fevereiro de 2010

24º Melhor Blog de Animais do Brasil 2009


Com muito orgulho recebi a notícia de que o Blog AQUARIOFILIABR foi eleito o 24º melhor blog de animais do país no ano de 2009 segundo o site Bico do Corvo!!!
Essa é uma grande conquista e devo a todos vocês que são fiéis ao blog, obrigado por todos os emails e comentários, só tenho a agradecer!!!!
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http://animais.bicodocorvo.com.br/dicas/os-25-melhores-blogs-de-animais-de-2009
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Um abraço a todos...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

MEU FILTRO DO TANQUE EXTERNO



Este é o filtro que utilizo no meu tanque externo, feito de um pote de suplemento muscular, com uma saída de água na parte de baixo e uma torneira em cima funcionando como "ladrão", afim de evitar que a água transborde. O filtro funciona da seguinte forma, a água é sugada por uma bomba de 650 L/h e entra através de uma mangueira pelo buraco na tampa(foto acima), dentro dele contém eletrodutos, perlon e carvão ativado, uma vantagem é o espaço para mídias que ele proporciona. É um filtro muito simples de se fazer e seu resultado é muito satisfatório, funcionando muito bem em pequenos lagos, fontes externas e até mesmo em aquários.




Um abraço...